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Notícias

Brasil estréia no Mundial de Atrelagem
12/09/2012 - Brasil Hipismo

Realizado a cada dois anos, o Campeonato Mundial de Atrelagem com um cavalo – FEI World Driving Championship For Single 2012 – chega a sua 8ª edição reunindo 74 representantes de 21 países entre 13 e 16 de setembro na Companhia das Lezírias, em Samora Correia, cidade às margens do rio Tejo e distante 50 km de Lisboa, a capital portuguesa. A disputa, um concurso completo, será dividida em três provas: Adestramento, Maratona e Maneabilidade (cones).

Ana Carolina Borges Almeida conquistou o direito de representar o Brasil depois de participar de duas seletivas realizadas em abril na Espanha, e em julho em Portugal. Em agosto, a atleta retornou a Portugal para se dedicar aos treinos e adaptação ao cavalo recém-adquirido, um Puro Sangue Lusitano selecionado na Coudelaria de Alter Real, e ao trabalho com Ana Patrícia Figueiredo, que completa o conjunto na função de “groom”, o auxiliar do condutor e que fica em pé atrás do “carro” – troles e/ou carruagem – fazendo o contrapeso.

Carol Borja em ação em qualificativa rumo ao Mundial em abril na Espanha

Ex-amazona de Salto, a médica veterinária Carol Borja se apaixonou pela Atrelagem por influência do pai, Cláudio Borja, criador de Bretão, um peso-pesado originário da França e muito usado como tração animal. Os Borjas estão entre os pioneiros na seleção de cavalos de Atrelagem no País, além de participar da promoção de demonstrações e provas.

Nos últimos três anos Carol Borja passou a se dedicar em tempo integral ao esporte, organizando clínicas, cursos e competições, em especial no Haras Larissa, em Monte Mor, interior paulista e maior reduto da Atrelagem no Brasil. Neste período participou da fundação da Associação Brasileira de Atrelagem (Abrat), onde é presidente, além de assumir a diretoria da modalidade na Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), entidade que desde o final de 2009 tem a Atrelagem entre os esportes sob sua responsabilidade. “Estar no Mundial é uma oportunidade de divulgação da modalidade no Brasil”, diz a atleta que também já representou o País em competições na Argentina e no Chile.

A participação de Carol Borja no FEI World Driving Championship For Single 2012 conta com apoio da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) e patrocínio da Coelho da Fonseca e Estância São Francisco de Borja.

A competição

Serão quatro dias de disputas. A prova de Adestramento abre o campeonato nesta quinta-feira 13 e ocupa dois dias da programação, a Maratona se realiza no sábado 15, e a prova de Maneabilidade (cones) encerra o Mundial no domingo 16. Estão inscritos de pôneis a cavalos com mais de 1.000 kg.
O vencedor de cada uma das provas será premiado, mas o Campeão Mundial é o conjunto que perder menos pontos na soma das três provas.
As pistas foram desenhadas por Nuno Duque, de Portugal, e o júri será composto por Bert Jambom (Bélgica), Marsoe Larose (Canadá), Klaus Peppersack (Alemanha), Andrew Counsil (Grã Bretanha), José Canelas (Portugal) e Gerrit Kraai (Holanda).

O FEI World Driving Championship For Single 2012 tem organização conjunta da Federação Equestre Internacional (FEI), Federação Equestre Portuguesa, Associação portuguesa de Atrelagem e Companhia das Lezírias.

Por dentro das provas

O FEI World Driving Championship For Single 2012 é um Concurso Completo de Atrelagem, portanto, composto por três provas: Adestramento, Maratona e Maneabilidade (Cones).

Adestramento: prova executada em uma pista de 100m x 40m onde é distribuída uma sequência de figuras obrigatórias delimitadas com letras nas quatro laterais. Nas figuras devem ser feitas as passagens de passo, para trote e galope, auto (parada) e recuo. Os juízes avaliam tanto a parte técnica quanto a estética do conjunto. Na avaliação dos animais são observados: a liberdade e regularidade dos andamentos, a facilidade e harmonia de movimentos, e a impulsão e correto posicionamento do cavalo nas transições e andamentos exigidos. O condutor é julgado pelo seu estilo, habilidade de condução e comando geral do conjunto

Maratona: realizada em campo aberto, a prova é pura adrenalina. No percurso de no máximo 18 quilômetros são distribuídos vários obstáculos naturais, trilhas com curvas fechadas, poças de água, descidas com inclinação acentuada e obstáculos artificiais. O grau de dificuldade é sempre alto. A prova precisa ser cumprida nos três andamentos: passo, trote e galope. O juiz avalia a condição física dos cavalos, através de vet-checks, e como o condutor controla o animal.

Maneabilidade: realizada em pista de 120m x 70m, onde é feito um circuito com cones delimitando as passagens, os quais têm bolas na parte de cima, e obstáculos artificiais (água, ponte de madeira etc). São 20 obstáculos no máximo, podendo ser de regularidade (com velocidade estipulada e tempo concedido) ou contra o tempo.

Origens da Atrelagem

Esporte equestre ainda em desenvolvimento no Brasil, a Atrelagem é uma espécie de “triatlon” onde o objetivo é mostrar a versatilidade do condutor na condução de um ou mais cavalos atrelados a um “carro” (carruagem, trole etc).

De origem grega, a Atrelagem se transformou em uma tradição na Europa, devendo-se seu desenvolvimento aos romanos, que antes mesmo da Era Cristã já faziam uso de carruagens leves puxadas por até quatro cavalos. Foram eles que aprimoraram as corridas gregas, instituindo as disputas de bigas e quadrigas, conforme o número de animais que eram atrelados lado a lado. A partir da Idade Média, com o declínio do Império Romano, a Atrelagem sofreu revezes, mas ressurgiu no século XIII como meio de transporte, atingindo seu apogeu no século XV, quando a realeza e a aristocracia européia não só usavam largamente as carruagens como meio de transporte como também para a prática de competições

Com a chegada do automóvel, quem apostou na aposentadoria dos veículos movidos a cavalo se enganou. A Atrelagem ganhou status de modalidade esportiva.

Inspirada no Concurso Completo de Equitação (CCE), a Atrelagem Esportiva caracteriza-se pelos movimentos sincronizados e ritmados dos animais, pela beleza plástica do conjunto, elegância dos arreios e dos trajes dos condutores, e também pela habilidade e destreza na condução dos cavalos.

Em 1970, quando competições já eram praticadas em mais de 20 países da Europa e América do Norte, a Atrelagem foi reconhecida como esporte pela Federação Equestre Internacional (FEI). A entidade máxima mundial do hipismo passou a promover o Concurso Completo composto por três provas: Adestramento, Maratona e Maneabilidade (cones). Separadas em categorias por idade e porte físico dos animais, as provas são divididas pelas categorias de um animal (Single), dois (parelhas) e quatro animais (four-in-hand).


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