Inscrições

Olá, estamos reformulando o sistema de inscrições, que logo retornará para melhor atendê-lo, por hora as inscrições devem ser feitas pela própria federação organizadora.
Aniversariantes do mês

02/12
Jenniffer Figueiredo de Meira Lima - PB
06/12
Rosen Lima dos Santos - PB
11/12
- PB
12/12
- PB
17/12
Maria Tereza Sarmento - BA
21/12
- PB
29/12
Lucas Dantas Medeiros - PB
 

Imagem 1
Imagem 2
Imagem 3
Imagem 4


Notícias

Preparando talentos
15/03/2012 - Super Esportes

Aulas na clínica de hipismo revelam noções técnicas do esporte para os futuros cavaleiros
A vontade é de ir logo à prática. Mas, para pular os obstáculos da pista, não se pode pular etapas. O hipismo não requer apenas habilidade de montaria. Não é só força e técnica. É matemática, por exemplo. Calcular a distância certa dos pontos inicial e final do salto, medir o galope do cavalo. Com hidrocor, o cavaleiro Vítor Alves Teixeira, três ouros em Pan-Americanos, três participações em Olimpíada e nove vezes campeão brasileiro, desenhou gráficos e rabiscou números sobre a lousa durante as aulas da clínica de hipismo. O “pediatra” injetou doses de conhecimento em vários jovens talentos de Pernambuco, estado onde o esporte passa por um processo de renovação.

João Victor Cozer, de 11 anos, é do tipo “securinha”. Sabe aquele menino que corre em desespero quando dá a hora do recreio para pegar a barra da quadra e jogar futebol? Com o pré-adolescente é semelhante. Só difere o esporte. Dava para sentir a afobação de ir aos treinos de salto antes mesmo de o professor encerrar as lições teóricas, realizadas nesta semana, em Vitória de Santo Antão, no Núcleo Hípico de Vitória de Santo Antão (NHV). Apesar da pressa, o pequeno cavaleiro reconhece: “As aulas são muito importantes.”

Celeiro de expoentes do esporte, como André Miranda, Guilherme Saraiva e Marcelo Veiga, Pernambuco se apega ao futuro. Como a realidade do hipismo profissional é de aparente marasmo, com poucas competições de alto nível e o crescente êxodo de atletas para o eixo Rio-São Paulo, as apostas se voltam aos talentos mirins. Amigo inseparável de João Victor, Paulo Miranda, também de 11 anos, já conquistou duas vezes a tríplice coroa do estado, por vencer os rankings brasileiro, nordestino e pernambucano, com o cavalo Flash Jump (“pulo relâmpago”, em português). Com base nos cálculos do professor, já está pronto.

“Um cavaleiro leva cerca de quatro anos para ser lapidado”, afirmou Vítor Teixeira. Aos 54 anos, o medalhista de ouro por equipe nos pans de Havana (1991), Mar Del Plata (1995) e Winnipeg (1999) e participante da Olimpíada de Los Angeles (1984), Seul (1988) e Barcelona (1992) ainda é um dos nomes fortes do Brasil. “O hipismo é como vinho. Um esporte de longevidade, capaz de reunir o neto e o avô”, declarou.

Teixeira credencia às mulheres o aumento do número de praticantes. “Em alguns lugares, mais de 60% são do público feminino. Há concursos com mais de mil inscritos. E o esporte cresceu muito com as conquistas brasileiras em competições de destaque”, avaliou. Um caso curioso responsável por elevar o número de adeptos foi o fracasso de Baloubet du Rouet (cavalo montado por Rodrigo Pessoa) durante a final em Sydney. “O refugo ajudou a popularizar o hipismo”, concluiu.

A hora de começar

Sete anos é a idade mais apropriada para o iníciar o esporte. “É quando a criança consegue discernir melhor o certo do errado. O esporte exige físico, musculatura, senso de obediência e noção do perigo”, explicou Vítor Teixeira. Há cinco entidades filiadas à Federação Equestre de Pernambuco: Núcleo Hípico de Vitória, Coudelaria Souza Leão, Clube dos Oficiais da PM, Caxangá Golf e Centro Hípico Zonal Sul.


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Outras Notícias
federações FILIADAS

nossos PARCEIROS


mídias SOCIAIS




nosso ENDEREÇO

Circuito N-NE de Hipismo
Fone.:(81)3343-5970/(81)3343-4837 | hipismo@hipismonortenordeste.com.br

Av. Bernardo Vieira de Melo, 428 - Sala 204
Piedade - Jaboatão dos Guararapes - Recife-PE | CEP: 54.440-620