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Notícias

Setor de criação e venda de cavalos passa à margem da crise
13/12/2016 - Fonte: Globo Rural

No interior de São Paulo, competições e exposições com os animais movimentam a economia e geram centenas de empregos
Apesar da crise no Brasil, o mercado de cavalos cresce. A cada ano, o setor de cavalos no Brasil avança 12%. Em 2015, faturou R$ 16 bilhões, segundo o IBGE. As vendas de cavalos quarto de milha crescem ainda mais: 35%, segundo a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha.

Em um evento que reúne centenas de criadores em Avaré, no sudoeste de São Paulo, dá pra perceber o valor que o quarto de milha tem. Um cavalo premiado chega a custar mais de um milhão de reais.

Os cavalos também carregam "oportunidade" por onde passam. Uma competição em Avaré, por exemplo, gera 500 empregos diretos. É por isso que aqui o quarto de milha não é valioso só para o criador. Em menos de uma semana, a exposição movimenta mais de R$ 20 milhões de na economia local e nem todo mundo precisa montar no cavalo pra isso. São comerciantes, lojistas: "Eu venho do interior do Rio de Janeiro para trabalhar aqui. Fazer reparo na pista, cada cavalo que entra eu faço o reparo do solo. Onde os cavalos estão, a gente tá atrás", explica o tratorista Daniel Loivos de Latorre.

Em Lins, no Centro-Oeste paulista, tem muita gente que também dedica a vida aos cavalos. Aqui, os negócios giram em torno de animais da raça manga larga marchador. Na feira agropecuária, os melhores animais são avaliados e premiados.

"Tem animais que chegam a R$ 2 milhões. E as coberturas também tem um preço muito variado, né? Os embriões podem variar entre 20, 30 mil reais. Um embrião acaba tendo um valor alto, um investimento alto e uma venda também que movimenta um valor considerável", explica Luis Alfredo Marques, presidente do Sindicato Rural.

Para o criador de manga larga machador, André Junqueira, o investimento é válido até na crise: "O animal de ponta, mesmo na recessão, ele vale muito. Então você tem que estar investindo muito em genética, em garanhões, em éguas de potencial, estar entre os cinco por cento melhores, para você poder comercializar bem. Esse mercado não tem crise."


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