Inscrições

Olá, estamos reformulando o sistema de inscrições, que logo retornará para melhor atendê-lo, por hora as inscrições devem ser feitas pela própria federação organizadora.
Aniversariantes do mês

02/12
Jenniffer Figueiredo de Meira Lima - PB
06/12
Rosen Lima dos Santos - PB
11/12
- PB
12/12
- PB
17/12
Maria Tereza Sarmento - BA
21/12
- PB
29/12
Lucas Dantas Medeiros - PB
 

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Notícias

Cavalos e suas diferentes pelagens
06/12/2018 - Fonte: Terceiro Tempo

Quando visualizamos a cor de um determinado animal, estamos falando das características externas do animal.
Pelagem é o revestimento externo do animal caracterizado pela coloração do conjunto formado por pele, pelos, crina e cauda.

A cor dos pelos dos cavalos é determinada por uma combinação de 39 genes. Por esse motivo, são possíveis grandes variedades de tons, que podem ser alterados por fatores como sexo, idade, nutrição, estação do ano e clima.

Somente a partir dos 2 anos de idade é que fica definida a pelagem do animal. Isso ocorre porque a coloração do pelo muda até os dois anos. Os tordilhos, por exemplo, podem nascer escuros e a cor ser alterada com o desenvolvimento do animal.

A pelagem é considerada um fator muito relevante para algumas raças, apesar de todas as associações de criadores insistirem que a capacidade funcional de movimento e a conformação correta são os aspectos mais importantes num cavalo.

Os tipos de pelagens são diversos e, dependendo da raça, apresentam diversas variações:

ALAZÃO: vermelho – claro alaranjado.

AZULEGO: azulado, com uma ou outra mancha branca.

BAIO: cor de café com leite fraco.

BAIO CABOS – NEGROS: com pernas, crina e cola pretas.

BAIO ENCERADO: café com leite forte e manchas arredondadas e levemente mais escuras.

BAIO CEBRUNO: café com leite forte e argolas pretas nas quatro patas.

BAIO RUANO: café com leite bem desmaiado e crina e cola brancas.

BRANCO: totalmente branco.

BRAGADO: totalmente coberto de manchas brancas, vermelhas ou pretas embaralhas e indefinidas, dando a aparência de um buquê de flores.

COLORADO: vermelho.

COLORADO PINHÃO: vermelho carregado, quase encarnado.

DOURADILHO: vermelho bem claro, que brilha quando exposto ao sol.

GATEADO: café com leite forte ou marrom fraco.

GATEADO ROSILHO: com pintinhas brancas.

LUBUNO: cinza.

MALACARA: geralmente cavalos vermelhos que tiverem, à frente da cabeça, uma mancha vertical, dos olhos até o focinho.

MOURO: pequenas pintas brancas sobre o fundo preto.

OVEIRO: manchas grandes, brancas, vermelhas ou pretas, arredondadas.

PAMPA: o animal deverá ter no mínimo uma área de pelos brancos sobre pele despigmentada. As despigmentações de crina e cauda podem ser de qualquer forma e tamanho expressivo (vulgarmente conhecido como “malhado”).

PANGARÉ: café com leite, com barriga e focinho brancos.

PICAÇO: todo preto com qualquer mancha branca e em qualquer lugar.

PRETO: totalmente preto.

ROSILHO: pintas brancas sobre o fundo vermelho.

ROSILHO PRATEADO: rosilho, com a anca quase branca.

ROSADO: é como na Serra denominam o Bragado.

RUANO: vermelho claro e crinas e cola brancas.

TOBIANO: faixas largas e bem definidas, brancas e vermelhas ou brancas e pretas, em geral dispostas verticalmente.

TOBIANO ROSILHO: quando as faixas forem rosilhos.

TOBIANO MOURO: quando as faixas forem do pelo mouro.

TORDILHO: fundo branco com pintas levemente mais escuras de um branco sujo.

TORDILHO NEGRO: fundo branco com pintas de um preto desmaiado.

TORDILHO VINAGRE: fundo branco sob pintas marrons.

TOSTADO: cor de castanha madura.

TOSTADO RUANO: A cor de castanha madura e crinas e cola brancas.

ZAINO: marrom escuro.

ZAINO CRUZADO: marrom escuro e duas patas brancas desencontradas.

ZAINO NEGRO: quase preto.

ZAINO PINHÃO: puxado à cor de pinhão maduro.

ZAINO TAPADO: o que não tem qualquer pinta branca.

Alguns animais possuem de 1 a 4 canelas brancas, independente da sua pelagem geral, estes são chamados de “calçados” (gateado calçado da 4 patas, etc.).

Na raça Mangalarga as pelagens mais frequentes são a Alazã, Tordilha, Baia, Rosilha, Pampa, Castanha, Preta e derivações.

A minha pelagem preferida é a Pampa, e a sua? Acho o colorido da pelagem pampa fascinante. Uma verdadeira obra de arte.

Na próxima coluna falaremos mais sobre essa pelagem exótica, que conquistou fama mundial.

Então, até a semana que vem, com mais cavalos em nossas vidas.


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Conjuntos da FEP vencem no 1º dia do Norte/Nordeste de Hipismo
04/12/2018 - Fonte: Folhape

Competição está sendo disputada no Sítio Chuin, na Bahia, e segue até este sábado
O primeiro dia da V Etapa do Circuito Norte/Nordeste de Hipismo foi de grandes resultados para os cavaleiros e amazonas da Federação Equestre de Pernambuco (FEP). Nesta sexta-feira (16/11), no Sítio Chuin, na Bahia, os conjuntos pernambucanos ocuparam a primeira colocação em cinco das nove provas disputadas.

A FEP é representada por 13 conjuntos divididos nas categorias Pré-Júnior, Sênior, Amador, Mirim, Aberta, Jovem Cavaleiro A, Jovem Cavaleiro B, Amador B e Escola Principal. A competição segue até este sábado (17/11) e é a penúltima etapa da disputa, que será encerrada em dezembro, no Recife.

Na Série Principal (1,30m), João Marcelo Santos/Lord Pequim e João Pedro Chaves/Cuantica ocuparam o primeiro e segundo lugar, respectivamente na Pré-Jr. Já na Sênior, Ciro Bezerra ficou em terceiro e quarto, com duas montadas diferentes (Blenda e Cassilano). Carlos Avelar/Chello CHZS ficou com o vice na Amador.

Na Série Intermediária (1,20m), o título também veio para Pernambuco, com Paulo Amorim/Tiffany B terminando em primeiro na Mirim. Mesma posição de Maria Luiza Paiva/Lancelot na Aberta. Camila Brito/Life Coral e Maria Eduarda Nepomuceno/No Nonsens Xangó foram campeã e vice, respectivamente, na Jovem Cavaleiro A.

Na JCB (1m), o título ficou com o pernambucano Leonardo Vieira/Joe Pesce. Maria Luiza Alves/SL Ídolo ficou em sétimo na mesma prova. Karla Avelar/Imperador CHZS ficou em quarto na Amador B, enquanto que Karoline Urbana/Vivaldi ficou em terceiro na Escola Principal (*checa aqui a altura, acho que é 0,80m).

Pernambuco defende a liderança na categoria Jovem Cavaleiro B, com Maria Luiza Fonseca Figueiredo/SL Ídolo; no Amador A, com Carlos Avelar/Chello CHZS; e no Pré-Júnior, com João Pedro Chaves/Cuântica. No Mirim, o líder é de Henrique Maranhão, também da FEP, mas que não disputará esta etapa. Será a chance de Paulo Henrique Amorim Paulo com Tiffany B assumir a primeira colocação.


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Atletas acima do peso driblam preconceito e brilham no hipismo
29/11/2018 - Fonte: Istoe

O cavaleiro olímpico José Roberto Reynoso Fernandez Filho é chamado de “Fenômeno” e “Gordo” entre os amigos mais próximos. Os apelidos fazem referência ao ex-atacante Ronaldo que, no final da carreira, apresentava uma forma física mais “cheinha”, diferente dos outros atletas. Com 1,86m e 96kg, Reynoso faz parte do grupo de cavaleiros que foge dos padrões físicos tradicionais. A exemplo do que acontece em outras modalidades, os atletas do hipismo são majoritariamente magros. Um jóquei em corridas de cavalo não passa dos 50kg, por exemplo.

“Consigo usar meu peso a meu favor. Não tenho grandes dificuldades. Para um cavaleiro, o importante é encontrar o ponto de equilíbrio”, diz Reynoso, que defendeu o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres-2012 e está convocado para integrar o Time Brasil na qualificatória sul-americana para os Jogos Pan-Americanos de 2019 – está sendo disputado neste mês, na Argentina. Ele disputa as provas de salto.

A relação “peso e altura” é um tema polêmico em diversas modalidades. No futebol, por exemplo, alguns clubes simplesmente não divulgam o peso dos atletas. É um tabu. No vôlei feminino, a líbero Suellen convivia com questionamentos sobre o peso. Ela tinha 1,69m e 95kg. Decidiu ser submetida a uma cirurgia bariátrica e perdeu 32 quilos.
“Existe um estigma associado ao excesso de peso e que fica mais nítido nas profissões que classicamente estão associadas ao menor peso corporal. Isso não vai implicar necessariamente em menor rendimento. Importante sempre é individualizar a análise”, avalia Maria Edna de Melo, endocrinologista da USP e presidente da Abeso (Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica).

No hipismo, o sobrepeso realmente não impede a obtenção de bons resultados. Reynoso é tricampeão brasileiro senior top 2015/2017/2018, atual líder do ranking brasileiro e um dos mais experientes do hipismo brasileiro.

Fato semelhante acontece com o paulista André Parro. Com 1,81m e 90kg, ele foi medalha de bronze por equipes no sul-americano deste ano, sua quarta participação na competição, e esteve presente nos Jogos Olímpicos de 2000 e 2004. “Em 2019, meu plano principal é integrar a equipe brasileira no Pan, no Peru, e competir no Campeonato Mundial de cavalos de novos, na França”, afirma.
Os dois cavaleiros encaram a questão com naturalidade. Parro questiona a existência de uma forma física ideal. “Fico na dúvida se existe o biotipo ideal para os esportes. O que vejo é uma maioria de pessoas com mesmo biotipo. Na maioria das vezes, aquele que foge à regra do biotipo tem mais talento. No hipismo acredito que seja igual”, argumenta o cavaleiro de 41 anos. “Obviamente existem alguns atletas muito altos e outros acima do peso ideal. Se eles tiverem boa técnica, equilíbrio e talento, podem ter resultados expressivos”, avalia o cavaleiro que disputa o Concurso Completo de Equitação (CCE).

A Sociedade Hípica Paulista promoveu um encontro entre Reynoso e três modelos plus size da Ford Models Curve, novo departamento da agência voltado para os manequins 44 ao 48. O encontro foi realizado na véspera do Campeonato Brasileiro de Seniores 2018, no mês passado. De maneira simbólica, Reynoso usou sua imagem e prestígio para mostrar que é um “atleta plus size”. E vencedor.


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Time Brasil de Adestramento é campeão e de Salto, vice, na Argentina e garantem vaga no Pan 2019
27/11/2018 - Fonte: Surgiu.com

O saldo do hipismo brasileiro foi positivo para as equipes de Salto e Adestramento que essa semana disputaram Concursos Internacionais na Argentina, válidos como qualificativas dos países nos Jogos Pan-americanos 2019 em Lima,entre 26 de julho e 11 de agosto, em Lima, no Peru. Ambos os times habilitaram o Brasil para participação no Pan 2019, vagas que não haviam sido garantidas nos Jogos Equestres Mundiais 2018 em setembro nos EUA.

Salto – Após duas provas (caça) e dois percursos na quarta, 21/11, e quinta-feira, 22/11, o Time Brasil de Salto garantiu o vice-campeonato na qualificativa pan-americana disputada no Haras El Capricho, em Capilla del Señior, a 80 km de Buenos Aires. Com esse resultado, o Brasil carimbou o passaporte para Jogos Pan-americanos 2018 em Lima, no Peru. O Time Brasil liderado pelo chefe de Pedro Paulo Lacerda fechou com 25,82 pontos perdidos (pp). Na final por equipes Stephan Barcha com Artois D´Avillon garantiu duplo zero, Pedro Junqueira Muylaert montando C´est Dorijke fez oito pontos na 1ª passagem e zerou a 2ª, Luiz Felipe Pimenta Alves com GB Celine cometeu apenas uma falta a cada passagem e José Roberto Reynoso Fernandez Filho com Azarel W, vencedor da 1ª qualificativa, fez duas faltas na primeira passagem e uma na segunda. Também está Argentina, Felipe Amaral, em atividade na Europa e convocado com Germanico T, mas que acabou apoiando a equipe como reserva.
O cavaleiro olímpico José Reynoso e Luiz Felipe Pimenta, respectivamente, líder e vice líder do ranking brasileiro Senior Top 2018 trouxeram suas montarias do Brasil. Stephan, integrante do Time Brasil na Rio 2016, em atividade no país e Exterior trouxe sua nova montaria Artois D´Avillon da Europa e a Pedro Muylaert, que integrou a equipe brasileira nos Jogos Equestres Mundiais 2018, também veio da Europa com C´est Dorijke.

A Argentina foi campeã com 20,50 pp e o Chile ficou com a 3ª colocação, 26,82 pp. Com esse resultado os quatro primeiros países Argentina, Brasil, Chile e Uruguai garantiram suas vagas para os Jogos Pan-americanos 2019. No Pan, por sua vez, as três primeiras equipes conquistam vaga para os Jogos Olímpicos de Toquio 2020.

Adestramento – Para o Time Brasil de Adestramento que disputou a qualificativa para os Jogos Pan-americanos no Club Hípico Argentino, em Buenos Aires, em 22 e 23/11, o resultado não poderia ser melhor. Após dois de competição com as reprises St Georges e Intermediate I, João Paulo dos Santos com Carthago Comando SN, com dois primeiros lugares, Mauro Pereira da Silva Junior apresentando Don Enrico AMM, duas vezes em 3º lugar, Yara do Amaral Fernandes com Dileto HI, duas vezes 5ª colocada, e Victor Trielli Ávila montando Al Pacino Comando SN, 4º e 8º, faturou a medalha de ouro com 68,623% (média dos conjuntos reprises St George e Intermediate I com descarte da menor nota a cada dia), resultado que garantiu a vaga do Brasil nos Jogos Pan-americanos. Sandra Smith de Oliveira Martins, juíza internacional e diretora da CBH, foi a chefe de equipe.

Os quatro conjuntos do Time Brasil em Buenos Aires se qualificaram com índices ao longo da temporada 2018 em Concurso de Adestramento Internacionais realizados no Brasil. Dos quatro atletas, dois já tinham importante experiência internacional: João Paulo dos Santos integrou o time medalha de bronze no Pan de Toronto 2015 e a equipe medalha de ouro nos Jogos Sul-americanos (Odesur) de 2014, no Chile, quando montando Veleiro do Top na disputa individual foi prata no Freestyle e bronze na Intermediária I. Mauro Jr integrou o time no Pan de Guadalajara 2011, no México, quando montando Tulum Comando SN foi o melhor brasileiro na final individual classificando-se em 9º lugar. Estrearam internacionalmente Yara do Amaral Fernandes e Victor Trielli Ávila.

Sandra Smith de Oliveira Martins, juíza internacional 4* e diretora da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) foi a chefe de equipe que teve patrocínio Dressur Equestrian, que forneceu as casacas e camisetas dos brasileiros. A Argentina foi prata 64,098% e o Chile bronze, 64,775% e o Uruguai fechou na 4ª colocação, 60,368%. Brasil, Argentina e Chile estão garantidos nos Jogos Pan-americanos 2019. Conforme critério da CBH , João Paulo com Carthago Comando SN já está pré-convocado para compor a equipe do Brasil no Pan.

Ronaldo Bittencourt Filho, presidente da CBH, também apoiou os atletas tanto no Salto como Adestramento. Agora as três modalidades olímpicas do hipismo – Salto, Adestramento e Concurso Completo, modalidade que teve seletiva sul-americana na Argentina em outubro, estão confirmadas no Pan 2019. Vale lembrar que as três primeiras equipes no Pan 2019 garantem a vaga de seus respectivos países em Toquio 2020.

Nesse sábado, 24/11, acontecem as finais individuais do Adestramento e Salto. O Adestramento já acabou com mais um excelente resultado:João Paulo dos Santos/Carthago Comando SN, campeão, Mauro Pereira da Silva Junior/Don Enrico AMM, 3º, e Yara do Amaral Fernandes/Dileto HI, 3º.

Final Equipes Salto

Campeã Argentina – 20,50 pontos perdidos (pp)
Tomas Galvarini / Quick Step 9
Santiago Orifici / Bugatti V/D Nordtside
Carlos Cremona / Quicksilver VA
Matias Albarracín / Cannavaro 9

Vice Brasil – 25,82 pp
José Roberto Reynoso Fernandez Filho / Azrael W
Luiz Felipe Pimenta Alves / GB Celine
Pedro Junqueira Muylaert / Ces´t Dorijke
Stephan Barcha / Artois D Avillon

3º Chile – 26,82 pp
Andres Lausen / RL Quality Show
Heidi Leonar Bar Salvat / RL Quality Show
Ignacio Montesinos / Cornetboy
Rodrigo Carrasco / Acapulco FZ

4º Uruguai – 26,82 pp
5º Equador – 41,24 pp

Final Equipes Adestramento

Campeão Brasil – 68,623% (média reprises St George e Intermediate I)
João Paulo dos Santos/Carthago Comando SN – 71,074% (média 2 reprises)
Mauro Pereira da Silva Junior/Don Enrico AMM – 68,721%
Victor Trielli Ávila/Al Pacino Comando SN – 65,706%
Yara do Amaral Fernandes/Dileto HI – 66,074%

Vice Argentina – 64,098% (soma reprises St George e Intermediate I)
Vera Protzen/Wettkonig – 70,294% (média 2 reprises)
Luis Zone/Faberge DÁtela – 60,442%
Cecília Busch/Airbone Z – 63,339%
Jacqueline Posse/Deep Purple – 62,059%

3º Chile – 64,775% (soma reprises St George e Intermediate I)
Bárbara Weber/Jardinero CXI – 65,471% (média 2 reprises)
Maurício Gonzales/Heroe XXV – 66,133%
Carlos Fernandez/Destinado LXVII – 62,721%
Julio Fonseca/Sarco HT – 62,324%

4º Uruguai – 60,368% (soma reprises St George e Intermediate I)


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O Brasileiro de Hipismo é uma raça de cavalos formada no Brasil
22/11/2018 - Fonte:Cavalus

A formação do cavalo BH começou com o emprego de éguas nacionais, já adaptadas às atividades de hipismo, com garanhões de linhagens europeias
A partir de algumas das mais importantes linhagens europeias de cavalos de Salto e Adestramento, tais como Hanoveriano, Holsteiner, Oldenburger, Trakehner, Westfalen e Sela Francês, surgiu o Brasileiro de Hipismo, ou BH. Através de cruzamentos entre si ou com exemplares de Puro Sangue Inglês da América do Sul.
Brasileiro de Hipismo
Cavalo leve, ágil e de grande porte, tem altura superior a 1,65m, perímetro torácico de 1,90m e perímetro de canela de 21cm. O BH tem cabeça média de perfil reto ou meio curvado, pescoço médio bem destacado do peito e espáduas, cernelha destacada, dorso bem ligado ao lombo e a garupa, membros fortes e andamentos briosos, relativamente elevados e extensos

Os exemplares BH possuem excelente mecânica de salto, coragem, inteligência e elegância nos movimentos. São admitidas todas as pelagens. Suas características o tornam apto para quaisquer modalidades de Salto, Adestramento ou Concurso Completo de Equitação. É um cavalo de trote não muito cômodo. Porém bem ágil e esperto, muito dócil e fácil de lidar.

O desenvolvimento da criação nacional do BH tem despertado o interesse de técnicos alemães, franceses e americanos que incluem nosso rebanho entre os melhores do mundo. O que indica um futuro promissor para o Brasileiro de Hipismo.
Tudo começou na década de 1970, quando o criador Ênio Monte resolveu criar uma raça brasileira destinada ao Hipismo. Para tanto, cruzou as raças Orloff, de origem russa, com Westfalen e trakehner, alemãs.

A receita incluiu ainda pequenas doses de PSI, Hanoveriano, Holsteiner e Hackney, pitadas de Oldenburg, Sela-argentina, Sela-francesa etc. Desde então, o Brasileiro de Hipismo vem se firmando nacionalmente.

Quem regulamente a raça é a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo de Hipismo – ABCCH, criada em 1977. Nasceu da firme determinação de um grupo de amantes do Hipismo que se uniram em torno de um ideal comum: criar e desenvolver uma raça de cavalos com aptidão para os esportes hípicos.
Brasileiro de Hipismo
Doda e Aspen em 1996

Ênio Monte foi seu primeiro presidente. Sem fins lucrativos, a ABCCH está encarregada de promover, dentro dos padrões estabelecidos, o desenvolvimento da criação do Cavalo Brasileiro de Hipismo. Atualmente, a ABCCH conta com aproximadamente 370 associados e mais de 23 mil animais registrados.

Além disso, o cavalo BH é o que melhor atende as exigências e necessidades das Polícias Militares, sendo eleito o cavalo com o melhor padrão racial para executar o policiamento montado em diversos Estados da Federação.

Foram cavalos BH participantes nas conquistas das medalhas de bronze alcançadas pela Equipe Brasileira de Hipismo nas Olimpíadas de Atlanta, em 1996, e Sydney, em 2000. Além das três medalhas de ouro por equipe em Jogos Pan Americanos.


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