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Olá, estamos reformulando o sistema de inscrições, que logo retornará para melhor atendê-lo, por hora as inscrições devem ser feitas pela própria federação organizadora.
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13/08
carlos - PE
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19/08
Marcelo Casado - PE
27/08
- PB
 

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Notícias

Melhor brasileiro termina na 16ª posição na Copa das Nações
14/08/2018 - Fonte: Olipiada Todo Dia

Nas duas etapas que aconteceram em maneira simultânea da Copa das Nações de Hipismo, na Hungria e na Irlanda, o melhor brasileiro foi Cassio Rivetti que terminou na 16ª posição

Nas duas etapas que aconteceram de maneira simultânea da Copa das Nações de Hipismo, na Hungria e na Irlanda, o melhor brasileiro foi Cassio Rivetti. O cavaleiro acabou terminando a prova que participou na 16ª colocação. Pedro Muylaert foi o 34º.

Na Hungria, Cassio Rivertti teve uma prova regular. O brasileiro conseguiu completar o percurso da prova com obstáculos com 1,50m contra relógio com o tempo de 63.47s, com quatro pontos de penalidades. Com isso, o cavaleiro acabou na 16º posição.

Na Irlanda, Pedro Muylaert não teve um bom resultado. Com o tempo de 89,10s e 13 pontos em penalidades, o brasileiro acabou terminando a prova com obstáculos de 1,60m contra o relógio na 34ª colocação na classificação final.


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Pernambuco é campeão Brasileiro Mirim por equipes
09/08/2018 - Fonte: Folha PE

Após três percursos, um na última quinta-feira e dois hoje, time pernambucano de hipismo foi o único sem penalidade alguma
A Federação Equestre de Pernambuco conquistou o título do Campeonato Brasileiro de Hipismo por equipes, na categoria Mirim (1,20m), nesta sexta-feira (13). Com quatro cavaleiros na disputa, o Estado terminou a competição, realizada no Clube Hípico de Santo Amaro, em São Paulo, zerado e com o troféu de campeão.
A equipe pernambucana foi formada com: Henrique Maranhão/Coral Rec Xango, João Felipe Gomes/CS Xairel, João Marcelo Santos/By Hanna Pequim e Paulo Henrique Amorim Paulo/Tiffany.

Completaram o pódio do Campeonato Brasileiro de Hipismo, na categoria Mirim, os representantes da Federação Paranaense de Hipismo (FPRH), na segunda posição, e os da Federação Gaúcha de Esportes Equestres (FGEE), no terceiro lugar. O time da Federação Paulista de Hipismo (FPH) terminou na quarta colocação e o da Federação Hípica de Brasília em quinta.

Neste sábado (14), no penúltimo dia de competição, o cavaleiro João Pedro Chaves volta a pista em busca do título individual na categoria pré júnior, com obstáculos a 1,35m. No domingo 15 será a vez dos quatro mirins e do nosso representante da categoria Junior pra tentar um pódio pernambucano no individual.


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Cavalo, esse grande, forte, sensível e frágil companheiro
02/08/2018 - Fonte: Jornal Gazeta

O cinema não faz muito para ajudar a entender o cavalo. Ao contrário, mostra sempre um animal forte, quase imortal, que resiste a tudo, inclusive aos maltratos de chicotes e a boca violentamente puxadas. Não, não é assim que se trata do frágil, bonito, grande Equus ferus caballus.

Na evolução do reino animal o cavalo é caça, como qualquer outro bicho vegetariano. Ao longo da evolução, perdeu os outros dedos que tinha em cada membro locomotor e passou a caminhar ou correr em apenas um. E sobre suas unhas, seu casco. Desenvolveu o sentido da velocidade para fugir dos animais carnívoros e, em especial, sua constante atenção a movimentos ao seu redor, fugindo ante a menor possibilidade de perigo.
Esse enorme e forte animal tem pelo menos 5 pontos bem frágeis:

1 - Cascos: existe um ditado no mundo do cavalo, em especial entre os ferreiros / casqueadores (sim porque o cavalo não precisa necessariamente ter ferraduras) que diz "Sem casco não há cavalo". Pura verdade. Como se apoiam sobre as quatro patas, precisa de todas para andar, correr e sobreviver. Problemas nos cascos, além de desequilibrar o cavalo, podem levar a morte lenta e dolorida.

2 - Alimentação: cavalos não comem qualquer capim, ou quando comem é porque a situação é extrema, de fome. Cavalos exigem tipos especiais de pasto e o menos indicado é o que mais existe no Brasil, um pasto de baixo valor proteico, de difícil digestão e que rouba cálcio, um elemento químico essencial para sua estrutura. Esse capim que foi introduzido no Brasil para terras de baixa fertilidade e para combater erosão é a braquiária, que entre outros males provoca foto sensibilidade, inclusive no gado. Cavalo precisa de capim certo -- tifton, jiggs, cost cross , todos derivados originalmente do capim estrela e conhecido no exterior (antes de retornarem cientificamente modificados ao Brasil) de Bahia Grass. E como complemento, ração para cavalo e sal mineral para cavalo, que é diferente daquele para gado.

3 - Digestão: e aqui está o ponto mais frágil do cavalo, seu aparelho digestivo. O que entra pela boca do cavalo tem que sair do outro lado. Não tem volta. Não tem retorno. Cavalo não arrota nem vomita. E mais uma informação: cavalo não rumina, como muita gente pensa. Ou seja, não tem dois "estômagos". O processo digestivo é feito em grande parte por bactérias que transformam o "verde", ou seja, o capim, em alimento e num bolo fecal que tem que sair. Nesse processo, essa fábrica cria muitos gases. Se os gases são bloqueados por alguma falha no processo digestivo, esses gases provocam as chamadas cólicas, expandem-se e se não tratados a tempo, podem levar a morte muito dolorosa.

4 - Pele: a pele ou couro do cavalo é fina/o. Quase tão fina quanto ao do ser humano. Tem mais pelos. O hábito de quem acha que sabe montar/cavalgar ficar chutando a lateral do cavalo é péssimo. Em especial para quem usa esporas. Pior ainda por aqueles cavaleiros que usam esporas tipo roseta, que cutuca muito a pele e corta ainda mais. Entre os que fazem equitação, entre cavaleiros do Exército e Polícia Militar, o recebimento de esporas é uma honraria -- uma tradição europeia -- que quer dizer que o cavaleiro ou amazona está capacitado para o uso dessa ajuda -- esse é o termo técnico -- e sabe a extensão dos ferimentos pelo uso errado. Usam com muito cuidado. Hoje a Federação Internacional de Equitação desclassifica da competição qualquer cavaleiro / amazona que, pelo mal-uso da espora, tire um mínimo de sangue do cavalo.

5 - Boca: aqui um dos pontos mais sensíveis e mais sofridos do cavalo. O céu da boca, os dentes, a interseção de pele nos cantos da boca. Num mundo que não sabe andar a cavalo e que acha que o cavalo se comanda ou se segura pela boca do animal -- e não pela equitação, pernas, balanço de corpo, treinamento com o cavalo -- muita gente puxa descaradamente e sem dó -- ou sem conhecimento -- a boca do cavalo com os ferros que colocam ali, conhecidos como freios e bridões. As ações desse gesto provocam imobilização pela dor, pelo corte nos cantos da boca, pelo aperto forte no céu da boca, pelo contato de aço nos dentes. Muitos cavalos disparam porque querem escapar da dor e sofrimento causado pelo cavaleiro / amazona. Hoje existe toda uma nova maneira (e velha, porque assim começou a equitação) de montar que é sem embocadura, ou o bitless. Mais sobre isso numa próxima oportunidade.

Finalizando, pela incompreensão do ser humano, aquele que deveria ser o ser inteligente, e pela cultura do erro, onde velhos conceitos são transmitidos por gerações e nunca questionados. Assim um belo, grande, inteligente, sensível, muito sensível animal pode sofrer. Ou pode ser um grande amigo e companheiro por toda uma geração.


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Brasil conquista o bronze na Copa das Nações de hipismo
31/07/2018 - Gazeta Esportes

Após ser campeão no último ano, o Brasil teve outra boa performance na atual edição da Copa das Nações no 110º Royal International Horse Show em Hickstead, principal evento de hipismo da Inglaterra. O time brasileiro formado por Felipe Amaral, Pedro Junqueira, Luiz Felipe Azevedo Filho e Marlon Zanotelli garantiu o terceiro lugar, levando o bronze.

Campeão olímpico em Atenas 2004, Rodrigo Pessoa disputou a competição pela Irlanda, que levou a medalha de ouro. Assim como o Brasil, a Grã Bretanha perdeu 16 pontos em penalizações, mas ficou com o segundo lugar no critério de desempate: o desempenho individual.

O destaque brasileiro na competição foi Marlon Zanotelli. Montando Sirene de la Motte, o cavaleiro foi o único dos sete países que competiram a completar o percurso sem erros, garantindo o duplo zero. Com dois percursos a 1.60 metro, o Brasil fechou com 16 pontos perdidos já computado o descarte do pior resultado a cada passagem. A Irlanda teve o mesmo desempenho, mas cometeu uma falta a menos e ficou com o primeiro lugar.
Na semana que vem, a comissão técnica da Confederação Brasileira de Hipismo liderada por Pedro Paulo Lacerda, diretor de Salto da CBH e chefe de equipe do Brasil, vai anunciar o Time Brasil rumo aos Jogos Equestres Mundiais 2018, evento maior do hipismo mundial que acontece a cada quatro anos, entre 11 a 23 de setembro, em Tryon (EUA).


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Definido o Time Brasil de Adestramento para os Jogos Equestres Mundiais 2018
20/07/2018 - Fonte: CBH

A Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) definiu o Time Brasil de Adestramento para os Jogos Equestres Mundiais 2018 entre 11 e 23/9, em Tryon, nos EUA, depois da realização de cinco qualificativas no Brasil e observar outras cinco na Europa. Habilitaram-se a vaga na equipe para o Mundial os conjuntos que atingiram o índice de qualificação técnica exigido pela Federação Equestre Internacional (FEI) que é de 66% na nota média final e de um juiz nível 5*, em no mínimo dois Grand Prix em CDIs – Concurso de Dressage Internacional de 3* a 5*.

Em 2017 foram realizadas três qualificativas (junho e outubro na Sociedade Hípica Paulista e em novembro na Sociedade Hípica Brasileira, no Rio de Janeiro); e outras duas em 2018 (abril no Centro Hípico de Tatuí/SP e em julho na Sociedade Hípica Paulista). O único conjunto que se qualificou na Europa foi João Victor Marcari Oliva/Xiripiti TVF.

A chefe de equipe é Sandra Smith de Oliveira Martins, diretora de Adestramento da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH). A equipe de Adestramento Paraequestre também está oficialmente definida (em breve segue release específico). Os integrantes das equipes das demais modalidades também serão divulgados nos próximos dias.

OS ATLETAS

JOÃO VICTOR MARCARI OLIVA monta Xiripiti TVF (Lusitano)

O paulistano de 22 anos é o principal nome da modalidade da atualidade no Brasil. Foi o melhor resultado do país nos Jogos do Rio 2016 e em uma Final da Taça do Mundo de Dressage, em 2017, em Omaha, Estados Unidos. Integrou a equipe medalha de bronze no Pan-americano de Toronto 2015, e de ouro no Campeonato Sul-americano (Odesur) do Chile em 2014, onde também foi ouro individual. Estreou nos Jogos Equestres Mundiais em 2014, na Normandia, França, apresentando o melhor resultado da equipe.
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