Inscrições

Olá, estamos reformulando o sistema de inscrições, que logo retornará para melhor atendê-lo, por hora as inscrições devem ser feitas pela própria federação organizadora.
Aniversariantes do mês

03/10
Isabel Cristina de Sousa Neves - SP
20/10
Karla Avelar - PE
23/10
- PB
23/10
- PB
29/10
Gabriel Jose de Souza Lopes - PB
30/10
Luciana P Miranda Rabelo - PE
 

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Notícias

Agromen : Brasileiro de Cavalos Novos teve uma boa participação e nível técnico
19/10/2018 - Fonte: Cavalus

Provas de Salto foram realizadas no Haras Agromen, um dos criatórios mais conceituados na América do Sul
A participação no Campeonato Brasileiro de Cavalos Novos, durante o Concurso de Salto Nacional Haras Agromen, entre 10 e 14 de outubro, foi excelente, segundo avaliação dos organizadores. Estiveram em pista 237 cavalos distribuídos em quatro séries – 8 anos / 7 anos / 6 anos / 5 anos / 4 anos – apontando para a força e investimento na criação nacional.

O nível técnico também foi bastante elevado com desempate para decisão do pódio em todas as categorias. Nas séries 8, 7 e 6 anos, como de costume, os conjuntos foram para decisão contra o relógio. Visando a preservação e melhor desenvolvimento nas categorias de cavalos de 4 e 5 anos, valeu a melhor aproximação ao tempo ideal.
Dentre as cinco séries de cavalos novos, a criação Agromen, donos da casa e um dos mais premiados criatórias da América do Sul, triunfou em duas: Calvano C JMen, com Rodrigo Chaves Nunes, na série 7 anos. E na de 6 anos, Ralisco JMen II, na condução de Thiago Rhavy de Sá e Silva.

Rodrigo disputou com outros 45 conjuntos. A final teve oito no desempate, pois tinham zerado a primeira volta. Na decisão, Rodrigo e Calvano zeraram em 36s71. Artemus de Almeida ficou com as duas colocações seguintes. Com Cashua C JMen II zerou em 36s73 e com Acanthus JMen, pista limpa no desempate em 38s53.

Talvez uma das mais disputadas do final de semana, a Cavalos Novos 6 anos teve 57 conjuntos, e 13 no desempate. O campeão Thiago com Ralisco marcou 31s23 após zerar novamente na segunda volta. O segundo lugar ficou para Renato Rodrigues dos Santos/Jet Set M, 32s25. Deixando Luiz Felipe Pimenta Alves/Quantes MLW em terceiro, 33s03.
Na série Cavalos Novos 8 anos, 15 conjuntos estavam na briga e houve três no desempate para segundo lugar. O campeão foi Artemus de Almeida com Acarole do Refúgio, zero pp. O atual líder do ranking brasileiro de rendimento máximo, José Roberto Reynoso Fernandez Filho, com Chiara JMen W, ficou com o vice, após desempate. Ele, Juan Pablo Mussini/Funk GJ e Renato Martinez de Barros / Cassiran JMen marcaram 8 p.p. na primeira volta. No desempate, Reynoso zerou em 37s48.

O maior número de inscritos esteve na Cavalos Novos 5 anos: 70 conjuntos. E 16 foram ao desempate para decidir a classificação final. Valia o tempo que melhor se aproximasse do ideal de 40 segundos. A vitória ficou para Osmar Soares de Arruda com Indara da Cabana, marcando na segunda volta 39s25. Artemus voltou ao pódio com Clakson JMen I, segundo lugar, 39s17. Em terceiro, Rodrigo Chaves também voltou ao pódio, com Jatobá Método, 39s07.

Outra categoria decidida por melhor aproximação ao tempo ideal, nesse caso de 54 segundos, foi a Cavalos Novos 4 anos. Na disputa, 50 conjuntos, com 24 no desempate. Na segunda volta, Rafael Miranda com LF Jolly Girl marcou 53s88, empatando novamente com Gilmar William Alves Ferreira e Carbella C JMen II, que também parou o cronômetro em 53s88. Dividiram o título.

Na programação, o GP/Clássico, a 1.40/1.45 metro, que encerrou Concurso. Quem levou a melhor foi Luiz Guilherme Ciampi, apresentando SL Bombástico, pista limpa em 39s08. A Copa Prata, a 1.30/1.35 metro, foi a segunda disputa mais importante no domingo, com vitória de Marcos Antonio da Costa Ribeiro Jr e La Noblesse JMen II. O principal páreo, o GP a 1.50/1.55 metro, válido pelo ranking brasileiro Senior Top, teve vitória de Lucio Osório com Galipolli


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Ela se apresentou em uma das arenas mais cobiçadas do Brasil. Por onde passa, tem deixado sua marca, o reconhecimento dos Paratletas
08/10/2018 - Fonte: Cavalus

A paratleta Veri Real realizou mais um sonho no final de semana entre os dias 21 e 22 de setembro. Após convite de Graziella Agnes, juntamente à organização de um dos maiores do Rodeio do Brasil, o Jaguariúna Rodeio Festival.
Um dia de fortes emoções para a Paratleta e sua mãe, Andrea Real. Antes mesmo dela se apresentar, na abertura da prova de Três Tambores, que foi aberta a todas as competidoras e teve chancela da ANTT, o locutor Daniel Netto fez uma linda homenagem. Falou da coragem de Veri e determinação em encarar os desafios da vida, no seu dia a dia e principalmente em cima de seu cavalo.

Com certeza foi mais uma motivação para a passada linda que ela deu, em uma das arenas mais cobiçadas pelas cowgirls de todo Brasil, o Jaguariúna Rodeio Festival. E o recinto estava lotado! Ela não se intimidou e fez seu melhor, sendo ovacionada pelo público.

“Foi uma das maiores emoções da minha vida, sou difícil de chorar, mas não contive as lágrimas com as palavras do Daniel sobre mim. E estar ali naquela arena representa muito, pois foi mais um sonho realizado e mais uma vitória alcançada como paratleta”, expôs Veri Real.

E as emoções não pararam por ai! Na senquência, Veri Real recebeu outra homenagem, dessa vez pela sua cidade. Receberá a Medalha de Mérito Esportivo, em uma sessão solene na Câmara de Vereadores de São João da Boa Vista/SP.


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Time Brasil de Adestramento supera resultado anterior e se despede dos Jogos Equestres Mundiais
02/10/2018 - Fonte: Brasil Hipismo

Os quatro atletas da equipe brasileira de Hipismo Adestramento se despediram nesta quinta-feira, 13/9, do maior e mais importante evento mundial de esportes com cavalos, no Tryon International Equestrian Center. O Time Brasil participou do Grand Prix, prova dividida em dois dias e que serviu para definir o pódio por equipe e a 2ª qualificatória individual. No primeiro dia do Grand Prix, 12/9, dois estreantes nos Jogos, o olímpico e medalhista pan-americano Leandro Aparecido Silva montando Di Caprio fechou sua apresentação com a nota média final de 63,171% e a também olímpica Giovana Pass com Zíngaro de Lyw garantiu 65,217%. No segundo dia, 13, competiram dois cavaleiros que já haviam participado dos Jogos da Normandia em 2014: Pedro Tavares de Almeida montando Aoleo registrou 62,578% e fechando a apresentação do Time Brasil, o cavaleiro olímpico João Victor Marcari Oliva montando Xiripiti TVF registrou 65,512%, a melhor nota do país em Jogos Equestres Mundiais.

“Estou contente pelo meu desempenho e do Xiripiti, dei o meu melhor, não cometemos erros, mas temos que melhorar. Eu já tinha participado de provas deste nível, em que os juízes têm como parâmetro de comparação os melhores do mundo. Agora é treinar e focar nos próximos desafios”, disse o cavaleiro. João volta para a Alemanha, onde reside, com a missão de intensificar treinos e também competir com seus cavalos de linhagem europeia Feel Good e Toliva V.O, além dos lusitanos Faisão TVF e Husseim V.O. Giovana Pass, que garantiu o 2º melhor resultado do Time Brasil e radicada em São Paulo, também está treinando novas montarias.

Sandra Smith de Oliveira Martins, diretora de Adestramento da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), juíza 4* FEI e chefe de equipe, destacou a melhora das notas do Time Brasil. “Nosso objetivo era atingir 67%, não conseguimos, mas dois dos nossos atletas fizeram mais de 65%, ou seja, batemos nosso recorde em WEGs, e isso mostra um avanço e incentivo para continuarmos o trabalho. Saímos de Tryon com novos aprendizados e experiências.”

- Alemanha é penta por equipes
A Alemanha confirmou o favoritismo e com 242,950% conquistou sua sexta medalha por equipe, cinco delas de ouro conquistadas nos Jogos de 1990, 1994, 1998, 2002 e 2006, além de bronze em 2010. A estrela do time, nºs 1 e 2 do ranking da Federação Equestre Internacional (FEI), Isabell Werth venceu o Grand Prix montando Bella Rose registrou 84,829% de nota média final. O time dourado contou também com Sönke Rothenberger/Cosmo, Jessica Von Bredow-Werndl/TSF Dalera BB e Dorothee Schneider/Sammy Davis Jr.

A equipe anfitriã dos Estados Unidos somou 233,136% e chegou a sua quinta medalha por equipe nos Jogos Equestres Mundiais: prata em 2018 e 2002 e bronze em 1994, 2006 e 2014. A Grã Bretanha (229,628%) faturou o bronze que se soma a prata conquistada em 2010.

- Mais duas medalhas em jogo no Adestramento

Nesta sexta-feira (14), entram em pista os trinta melhores colocados no GP para competir no GP Special, com direito a pódio. Os 15 melhores voltam para a disputa do pódio individual que acontece durante o GP Freestyle no domingo (16). Alemanha, Estados Unidos e Grã Bretanha garantiram vaga nos Jogos Olímpicos de Tokyo 2020, assim como a Suécia (4ª colocada), Holanda (5ª) e Espanha (6ª).

O Brasil (193,900% em Tryon) vai disputar a vaga olímpica nos Jogos Pan-americanos de Lima 2019, quando quem faturar o ouro ou a prata carimba o passaporte para Tokio. Com os EUA garantidos, a disputa pelas vagas vai ficar principalmente entre Brasil, Canadá e México. O próximo grande desafio internacional do Adestramento brasileiro é o Campeonato Sul-Americano Senior, válido como qualficativa para os Jogos Pan-americanos 2019, entre 21 e 25/11, em Buenos Aires.

- Adestramento brasileiro em Jogos Equestres Mundiais

O Brasil competiu em três edições e não passou do Grand Prix, a prova qualificatória para a disputa individual. Em 2002, em Jerez de La Frontera, foi representado pelo conjunto Micheline Schulze/Frapé (65º lugar). Em 2010, nos Jogos de Kentucky, a equipe ficou em 14º lugar e em 2014, na Normandia, em 24º. E. agora, em Tryon, em 15º.

O diferencial entre as duas edições que o país competiu como equipe em relação a Tryon foi e melhoria nas notas dos competidores, que na média de 63% foi para 65%.

- Programação das demais modalidades

Em sua 8ª edição nos Jogos Equestres Mundiais, o Time Brasil é representado no Adestramento (4 atletas), Adestramento Paraequestre (4), Concurso Completo de Equitação (5), Enduro (4), Rédeas (5), Salto (5) e Volteio (8). As oito modalidades estão divididas em duas semanas: de 12 a 16/9 são definidos os pódios do Adestramento, Concurso Completo de Equitação, Enduro (cancelado) e Rédeas e, de 18 a 23, Adestramento Paraequestre, Atrelagem, Salto e Volteio. A única modalidade sem representação brasileira é a Atrelagem.

Na modalidade cross-country – triatlon equestre – a exemplo das outras modalidades olímpicas Adestrameto e Salto, os seis primeiros países garantem vaga nos Jogos Olímpicos Toquio 2020. O adestramento está rolando em 13 e 14, o cross acontece no dia 15 e o Salto dia 16, quando serão definidas as medalhas por equipe e individual a partir da soma do resultado das três provas.

No Salto, entre qualificativas, definição por equipe e individual, as disputas acontecem nos dias 19, 20, 21 e 23. O Adestramento Paraequestre dá a largada no dia 19, segue nos dias 20, 21 e 23, definindo medalhistas por grau em prova técnica e estilo livre e pódio por equipe.

Pelo menos dois cavaleiros do Time Brasil de Salto, uma das apostas de medalha nos Jogos, Pedro Veniss e Pedro Muylaert vão marcar presença no Concurso de Salto Internacional – CSI-W Indoor, na Sociedade Hípica Paulista, entre 26 e 30/9, na semana seguinte ao término dos Jogos.



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Pernambucanos convocados para Sul-Americano de hipismo
28/09/2018 - Fonte: JC Online

Número de representantes do Estado no torneio é superior ao de 2017
A Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) confirmou a equipe brasileira para a disputa do Sul-Americano e cinco cavaleiros do Estado estão na lista. O número é superior ao de 2017, quando quatro representantes da Federação Equestre de Pernambuco estiveram no torneio. Disputam a competição pela categoria Mirim (1,20m), Henrique Maranhão/Coral Rec Xango, João Felipe Gomes/CS Xairel e João Marcelo Santos/By Hanna Lord Pequim; no Pré-Júnior (1,30m), João Pedro Chaves/Cuântica Loar; e no Júnor (1,40m), Paulo Miranda/Tânita. A competição será realizada de 29 de outubro a 4 de novembro, em Las Condes, no Chile.

A caminhada dos pernambucanos até a convocação oficial da CBH para o Sul-Americano foi longa. Os cavaleiros locais participaram de três seletivas (Recife, Brasília e Campinas), além do Campeonato Brasileiro, em julho, em São Paulo, para conquistar as vagas. Para definir a equipe do Brasil no Sul-Americano, a CBH soma os pontos obtidos nas seletivas mais o resultado no Campeonato Brasileiro. No final, a equipe será formada com os três primeiros da Seletiva, os três primeiros do Brasileiro, além de quatro cavaleiros escolhidos pela CBH pelo critério subjetivo.


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Criadores de cavalos comentam sobre a montaria com ou sem embocadura
21/09/2018 - Fonte: Portal G1

Controlar o cavalo da forma correta é o segredo para garantir o bem estar do animal
Em Araçoiaba da Serra (SP), Evandro é adepto do bitless, que consiste na montaria sem uso de embocadura. Ele defende que a técnica é a porta de entrada para o bem estar animal.

Evandro diz que um dos pontos importantes do bitless é que o cavalo passa a gostar da presença do homem e não manifesta nenhum comportamento de defesa.

Numa escola de equitação em Itu (SP), cavalos e cavaleiros andam em harmonia, seja com ou sem embocadura. A responsável pelo Instituto, Cláudia Poci, diz que a conexão entre homem e animal depende de vários fatores, como o tipo de trabalho que será desenvolvido e o modelo de equitação.

Dá para usar até mesmo as duas técnicas num mesmo cavalo. Cláudia reforça que depende muito do cavaleiro controlar o animal para evitar que ele seja machucado.


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