Inscrições

Olá, estamos reformulando o sistema de inscrições, que logo retornará para melhor atendê-lo, por hora as inscrições devem ser feitas pela própria federação organizadora.
Aniversariantes do mês

01/08
Luciana Mamede - PE
02/08
Pedro Henrique Paiva da Costa - PB
13/08
carlos - PE
19/08

19/08
Marcelo Casado - PE
27/08
- PB
 

Imagem 1
Imagem 2
Imagem 3
Imagem 4


Notícias

O cavalo e a humanidade: Como os equinos ajudaram na construção da história
21/02/2019 - Fonte: Aventuras na História

Ele já serviu de correio e meio de transporte. Ajudou a erguer e a afundar exércitos. Hoje virou esporte de luxo. Saiba como, carregando o homem em seu lombo, o cavalo ajudou a construir civilizações
A mitologia grega tem na imagem do centauro - metade homem, metade cavalo - um ser forte, inteligente e perigoso. Não era para menos. Deve ter sido aterrorizante para os gregos antigos, que nunca tinham visto uma pessoa montada naquele animal, enfrentar um bando de cavaleiros com arco e flecha invadindo seu território, saqueando riquezas e fugindo velozes. A figura do centauro provavelmente foi inspirada nos povos nômades da Ásia central, que começaram a atacar os assentamentos agrícolas no século 2 a.C. A destreza, a coordenação e a rapidez dos cavaleiros surpreenderam aquelas comunidades. Como era possível dominar um cavalo assim? Na verdade, o processo de domesticação foi demorado e não se sabe exatamente quando o homem começou a montar. Mas é certo que, a partir do momento em que isso aconteceu, surgiu uma nova forma de organização. Os cavalos passaram a ajudar na agricultura, a servir como meio de transporte e como armas de guerra, mudando a balança de poder entre as civilizações até a primeira metade do século 20 - quando as máquinas começaram a ser usadas nas batalhas. "Por meio do manejo do cavalo, o homem das estepes atingiu uma organização socioeconômica de grande sucesso. [...] Pastoreando os cavalos, os nômades administraram melhor os recursos disponíveis e evitaram as correrias desenfreadas que, frequentemente, terminavam com suas barrigas vazias", diz o pesquisador Bjarke Rink em Desvendando o Enigma do Centauro.

O cavalo existe há 55 milhões de anos. O gênero mais antigo de que se tem notícia é o Eohippus, que tinha a altura de um pônei e dedos nas patas. Há cerca de 3 milhões de anos surgiu a espécie Equus, ancestral do cavalo atual. Dotada de cascos, ela se espalhou por vários continentes. Uma das mais importantes características do cavalo - e que permitiu o sucesso de seu relacionamento com o homem - é que ele precisa de um líder. Sua capacidade, e mesmo vontade, de transferir lealdade determinou o reconhecimento do humano no lugar de outro equino como guia. E lá se foram juntos, homem e cavalo, rumo ao desenvolvimento das sociedades.
Entre as comunidades nômades que domesticaram o animal, os hunos se destacam. Eles podiam passar dias seguidos montados num cavalo. Até dormiam nas costas do animal, que servia de alimento, tração e transporte. O rei Átila devastou cidades inteiras, no século 5, com sua cavalaria.

Aos poucos, os demais povos aprenderam as habilidades equestres dos nômades. Ao conviver com o homem sedentário, o cavalo passou a ter outro papel, mais atrelado à vida econômica. As primeiras academias de equitação foram criadas na Idade Média, baseadas em técnicas violentas de conduta.
Invenções

"Todos os inventos europeus para economizar tempo foram inspirados no cavalo e na equitação, que acabaria lhe dando o domínio do mundo", escreveu Bjarke Rink. A nobreza do noroeste europeu foi responsável pela difusão do uso do cavalo numa rede de comunicação que depois se tranformaria nos correios. Até as calças foram inventadas para a equitação e depois adaptadas para o uso cotidiano. Nas cidades, os cavalos distribuíam todos os produtos agrícolas e manufaturados e ainda ofereciam locomoção para as viagens.

Quando a era das grandes navegações chegou, lá estavam eles. Para os nativos da América, os cavalos devem ter parecido monstros cruéis - o animal estava extinto na região. Os espanhóis tiraram vantagem disso e ajudaram a espalhar boatos de que os equinos eram bestas mágicas. Hernán Cortéz, que comandou a conquista do que é hoje o México, disse: "Próximo a Deus, devemos nossa vitória aos cavalos".

No Renascimento, Federico Grisone descobriu o que seria uma glória para a equitação clássica - e um alívio para os cavalos. Suas buscas em textos sobre os equinos renderam a descoberta do mais antigo texto sobre cavalaria, o Manual da Equitação, escrito pelo general grego Xenofonte, em 400 a.C. A obra, que tinha ficado desaparecida por 1 800 anos, oferece uma abordagem mais branda para o adestramento, sugerindo paciência e racionalidade no tratamento dos animais.

Os séculos 18 e 19 foram marcados por batalhas ferozes. O poder equestre de uma nação era decisivo. Montado, o guerreiro ficava maior, mais rápido e forte. "O papel mais importante de um cavalo numa batalha era fazer parte da cavalaria de frente. Essa operação, com centenas de milhares de cavalos emparelhados atacando o inimigo, era uma das mais apavorantes e temidas ações da história militar. Mil cavalos se movendo a 50 km/h é muito intimidador - além de fazer a terra tremer de verdade", afirma Louis DiMarco, autor de War Horse - The History of the Military Horse and Rider ("Cavalo de guerra, a história do cavalo militar e do cavaleiro",). A derrota de Napoleão em Waterloo (1815) foi um verdadeiro enfrentamento equestre. O general foi para o exílio e seu cavalo, Marengo, acabou incorporado às tropas britânicas.
Nos séculos 19 e início do 20, o mundo estava bem diferente. Mas, cada vez mais, o homem dependia do cavalo. As cidades modernas estavam cheias deles. Nos anos 1800, já havia congestionamentos nas ruas de Londres. A Revolução Industrial não poupou os animais. "No século 19, o ‘horse power’ fazia sozinho o que a energia elétrica, o petróleo e o biodiesel somados fariam no século 20", diz Rink. Em 1870, cerca de 300 patentes foram registradas nos Estados Unidos para maquinários que utilizavam cavalos. "Alguns usos eram bem exóticos. Por exemplo, em Nova York, existiam ferry-boats movidos a cavalos que giravam as rodas", afirma Clay McShane, autor de The Horse in the City: Living Machines in the Nineteenth Century ("O cavalo na cidade: máquinas vivas no século 19"). Em 1900, 130 mil cavalos trabalhavam em Manhattan (mais de dez vezes o número de táxis nas ruas da metrópole, hoje).

O excesso de estrume, urina e carcaças causava sérios problemas. "No pico do uso, Nova York tinha um cavalo para cada 26 pessoas. Se fosse a São Paulo atual, seriam necessários 428 mil cavalos para a cidade funcionar", diz Clay McShane.
Logo que os carros chegaram, era difícil acreditar que o animal seria substituído. Mesmo nos anos 1940. "Ninguém imaginava que tantos avanços tecnológicos em energia e transporte pudessem torná-lo dispensável", afirma Rink. Mas foi o que aconteceu. Hoje os cavalos estão praticamente restritos às zonas rurais e centros esportivos. No entanto, cresce seu uso em tratamentos terapêuticos e como ferramenta educacional para treinar liderança, por exemplo. O fato é que o cavalo já provou seu valor na Terra. E ainda faz isso, todos os dias.
Jogos equestres

Os esportes com cavalos são quase tão antigos quanto sua domesticação. A corrida foi a primeira competição equestre de que se tem notícia, em 644 a.C., na 31ª Olimpíada de Atenas. O poeta grego Homero descreveu na Ilíada as regras para esse jogo, dizendo que o primeiro prêmio seria uma mulher "versada nas prendas domésticas". Depois vieram o polo (de origem oriental), as justas, que imitavam guerras com equipes de laçadores, e o enduro, que simulava as grandes cavalgadas realizadas pelos mensageiros. Até hoje, no Afeganistão, se pratica um jogo criado pelos súditos de Átila, rei dos hunos. No Buz Kashi, 300 cavaleiros tentam agarrar um bezerro. O salto derivou da caça às raposas e foi oficializado como uma competição de obstáculos de altura em 1865, na Irlanda. Muitos reis praticaram esportes com cavalos e por muitos anos essas competições foram "assuntos da nobreza". Ainda hoje pode-se dizer que os esportes equestres exigem uma boa condição financeira. É custoso adquirir e manter um cavalo. Alguns garanhões reprodutores ou campeões mundiais podem valer dezenas de milhões de dólares.


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Torneio de Verão 2019 inicia temporada brasileira de hipismo
19/02/2019 - Fonte: Olimpiada Todo Dia

Tops do Brasil, nata jovem e amadores se reunem no 31º Torneio de Verão no Clube Hípico de Santo Amaro até o próximo dia 24. A entrada é franca.
Em 2019 o Torneio de Verão, o tradicional Concurso de Salto Nacional do Clube Hípico de Santo Amaro (SP) completa 31 anos e, mais uma vez, será disputado em duas semanas com a 1ª Etapa entre 14 e 17/2 e 2ª Etapa, entre 20 e 24/2.
O grande charme do Torneio de Verão no maior clube hípico do país, um verdadeiro pulmão verde na zona sul da capital paulista, é, sem dúvida, o recomeço da temporada hípica no país que se encerrou em meados de dezembro 2018. A tradicional competição reune os principais nomes do hipismo em atividade no Brasil, ao lado da nata jovem e amadores. Lembrando que o 1º semestre de 2019 promete ser agitado com observatórias pan-americanas no Exterior e solo nacional para formação do Time Brasil de Salto em Lima 2019, em busca do sétimo ouro por equipes e qualificação olímpica.

Em levantamento dos campeões do GP/Clássico ao longo dos últimos 11 anos, o cavaleiro olímpico e medalhista pan-americano Vitor Alves Teixeira detém o tricampeonato. O top da casa e atual tricampeão brasileiro José Roberto Reynoso Fernandez Filho venceu uma vez e medalhista pan-americano santamarense Cesar Almeida é bicampeão, o tetracampeão brasileiro Francisco Musa também é bi, assim como Fabio Sarti que faturou as duas etapas em 2017. Em 2018, o jovem talento Thales Marino, então com 17 anos, entrou no hall dos campeões como mais jovem nessa estrelada lista.

Programação

Na 1ª Etapa serão disputadas 30 provas de 1 a 1.45 metro com premiação total de R$ 74,1 mil. A armação dos percursos está a cargo do course-designer internacional Vailton Jaci Cordeiro na pista de areia e Carlos Alberto Raposo Lopes arma na pista de grama. As principais disputas são a Copa Ouro, a 1.35 metro, no sábado, 16/2, e no domingo, 17/2, o GP / Clássico, 1.45 metro, encerra a primeira semana da competição.

Na 2ª Etapa a premiação é de R$ 106.400, dos quais R$ 15.300 são destinados aos Cavalos Novos. A exemplo da 1ª Etapa são duas as principais disputas: a Copa Ouro, na noite do sábado, 23, às 18h00, e o GP Clássico, a 1.45 metro, no domingo, 24, com início prevista para as 15 horas, respectivamente com R$ 18 mil e R$ 40 mil em jogo.

A entrada é gratuita. Para as crianças, o parquinho também é uma boa opção e a Escola de Equitação do CHSA também vale uma visita. Happy Hours e música ao vivo, como de costume, também prometem agitar o clube.


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Expedições a cavalo
08/02/2019 - Fonte: Cavalus

Para muitos apaixonados por cavalos e cavalgadas, participar de uma Expedição e percorrer longas distâncias, enfrentando grandes desafios é uma oportunidade de realizar o sonho de uma grande aventura a cavalo!

A partir de 2008 surgiram alguns eventos que apesar de diferentes, tinham propostas semelhantes – o objetivo principal em partilhar uma aventura a cavalo, em que o constante desafio, a resistência, a autodisciplina, a solidariedade, o amor pelos cavalos e o respeito pelo ambiente local são a base.

Em 2010 tive oportunidade de participar num dos trabalhos da ‘Travessia do Continente’, evento pioneiro idealizado e realizado por apaixonados por cavalos, por aventura e pela Patagônia.
A travessia cruzou o continente sul americano, partindo de Porto Montt, Chile, na costa do Pacífico até Porto Madryn, Argentina, na costa do Atlântico, num total de 900 quilômetros em 21 dias.

Os 11 participantes percorreram durante três semanas uma média de 45 quilômetros por dia, em oito horas. Cada um recebeu dois cavalos, com os quais fez um revezamento a cada três ou quatro dias. O preço para participar foi de US$ 8.300,00 por pessoa (em 2010) e as vagas esgotaram rápido.

Infelizmente depois de três anos de sucesso, o evento foi descontinuado. Em 2009, foi criado o Mongol Derby, prova de resistência equestre de 1.000 quilômetros considerada a mais radical e exigente do mundo até hoje.
Em 2014, surgiu Gallops, com a proposta de ser um evento itinerante. É uma combinação de uma grande cavalgada, um Raid desafiador, uma experiência humana e cultural e uma descoberta de paisagens naturais de tirar o fôlego. Mais do que uma aventura equestre, uma aventura humana!

Já em 2015 surgiu The Ride Horseback Expeditions, cujo maior evento é a Expedição Wild Coast, que em dez dias percorre 330 quilômetros da costa sul africana.

O Gallops, que represento no Brasil, reúne 100 cavaleiros e amazonas num Raid semelhante ao Paris-Dakar – organizado em equipes de cinco participantes que percorrem 200 quilômetros divididos em cinco etapas ao longo de seis dias.
Depois de Omã em 2014 e Marrocos em 2017, agora em março de 2019 acontece o Gallops India, que contará com a presença inédita de duas brasileiras, a Massae Hayakawa e a Bruna Durães. Trata-se da primeira participação brasileira nessas grandes aventuras equestres!

Elas vão compartilhar essa experiência com mais 100 cavaleiros de todo o mundo, de todas as idades (18 a 70 anos), tanto mulheres como homens de várias origens de equitação (polo, cavalgadas, salto, adestramento).

Antes da América do Sul, só teve uma participante feminina em todos esses eventos, a uruguaia Valeria Ariza. Na semana que vem, escrevo conto detalhes da participação dela e dos eventos Mongol Derby e Expedição Wild Coast.


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Equitação: benefícios para o corpo e a mente
07/02/2019 - Fonte: Medicamentos. club

Não há uma terapia de cavalos sem razão. Montar a cavalo combina destreza física e mental, que se aperfeiçoa e melhora com cada passeio. Este é um tipo de atividade é adequada para todos os tipos de pessoas e para todas as idades. Subir no lombo de um cavalo para passear pelo campo ou à beira do mar tem um grande atrativo, além de ser uma terapia física e mental perfeita.
A nível físico, andar a cavalo tem inúmeros benefícios. Para começar, a postura que se deve adquirir na sela propicia que entrenemos costas e core. Devemos manter-nos bem erguidos para manter uma postura correta e ter um melhor equilíbrio a cavalo. A longo prazo, montar a cavalo não só fará com que manter uma postura correta quando praticamos esporte, também no nosso dia-a-dia. Colocar corretamente o corpo, especialmente quando estamos sentados pode ajudar a combater dores nas costas típicos que vêm dados pelo sedentarismo. Muitas horas sentados com uma má postura é a ante-sala de irritantes lesões nas costas e pescoço.
Além disso, a equitação potência nosso equilíbrio, tanto horizontal como vertical. Há que adaptar-se e adequar-se aos movimentos do cavalo, o que nos adaptar e manter o equilíbrio será fundamental para poder desfrutar desta atividade. Isto também está relacionado com a coordenação psicomotora. Ao não estar completamente o controle sobre o que se passa, já que o cavalo é uma parte muito ativa na prática, melhorias seus reflexos para poder se adaptar a cada situação.
Entre os grupos musculares que mais benefícios podem obter da equitação encontramos costas, o core, as pernas e os glúteos. Todos eles estão envolvidos de forma ativa quando você monta a cavalo, pelo que se pode tonificar praticamente todo o corpo com este esporte.

Equitação: melhora a memória
Andar a cavalo também tem benefícios a nível mental. A equitação tem um impacto muito positivo na auto-estima e o autocontrole. Para estar em sintonia com o cavalo tem que aprender a controlar as próprias emoções, superar medos e treinar a percepção para poder prever possíveis mudanças no companheiro equino. Além disso, ocorre uma melhora na memória, graças ao aumento da capacidade de atenção e concentração que ocorre quando montamos a cavalo.
Além disso, a relação com o animal pode inculcar tanto em crianças como em adultos, o sentimento de empatia e respeito. Aprender a cuidar de um cavalo também contribui para aumentar o sentimento de responsabilidade, especialmente em crianças.
É claro que, como ocorre com a prática de qualquer esporte, a equitação ensina disciplina. Esta qualidade não só a podemos utilizar no esporte, mas que pode ajudar-nos a melhorar em algum aspecto de nossa vida.
A equinoterapia é ideal para pessoas com fobias ou medos, porque os ajuda a trabalhar no domínio de suas emoções e a superação desses medos para poder montar no lombo do cavalo. Também é especialmente indicado para pessoas com deficiência, tanto psíquicas como psicomotoras. Não só ajuda a mobilizar o corpo e trabalhar, também ajuda a socializar e identificar suas emoções, melhorando a sua confiança em si mesmos.
A equitação é um esporte muito completo para todas as idades e para todos os tipos de pessoas. Não deixe de realizá-la se você tiver a oportunidade!


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Cuidados com os cavalos no calor
31/01/2019 - Fonte: Terceiro Tempo

A variação na temperatura afeta diretamente o organismo e o comportamento dos equinos, por isso é preciso estar atento à todas as mudanças e necessidades dos cavalos no verão.
É preciso ter cuidados especiais com os cavalos no verão. Vigiar a hidratação, a alimentação ou o horário de trabalho são algumas das medidas que temos de tomar.

Para amenizar o calor é importante que seus cavalos tenham água fresca sempre à disposição. Além de refrescante, a água é importantíssima para manter a hidratação do animal. Nessa época, o consumo de água é muito maior, e a falta de água pode acarretar desidratação e danos gástricos.

Portanto, vigiar o grau de hidratação é a tarefa de maneio mais importante nas épocas de calor. Nos dias de altas temperaturas, qualquer tipo de trabalho irá gerar uma perda de líquidos, fazendo o cavalo suar muito mais do que num dia normal.

Existem vários truques para fazer com que o nosso cavalo beba muita água:

Pedras de sal ou sal na alimentação: graças a esta ingestão de sal, o cavalo irá ter uma maior disposição para beber água;

Dar o alimento composto com água;

Assegurar que a água esteja limpa e fresca;

Administrar eletrólitos.

Através do suor não só se perdem líquidos mas também eletrólitos necessários para as funções do organismo. Estes sais podem ser administrados na água do animal antes e depois do trabalho. Nos dias quentes recomenda-se dar-lhes todos os dias, mesmo que o cavalo não trabalhe.

Você sabia que a pele dos cavalos também pode sofrer queimaduras de sol? Os animais com mais tendência de queimadura são os que possuem pelagem e focinhos claros, falhas no pelo ou cicatrizes.

Ao tosquiar seu cavalo, não corte o pelo muito rente ao corpo, para que os pelos ainda possam proteger do sol.

Solte o cavalo no pasto, nas horas menos quentes do dia, como no começo da manhã e fim de tarde. O ideal é alternar o tempo no pasto e na baia.

Distribua bebedouros pelos pastos. É importante realizar a limpeza dos bebedouros e se certificar que a água não está quente.

É muito importante fornecer sombras ao seu cavalo durante as horas mais quentes do dia. Devemos garantir aos cavalos, principalmente os que ficam muito tempo ao ar livre, um espaço para descansar. Os equinos podem também desfrutar das sombras das árvores para o descanso, mas devemos lembrar que a sombra varia de acordo com a luz do sol, e nas horas mais quentes do dia, podem não ser suficiente. Por isso, é sempre melhor manter os animais em um local coberto, como um galpão, ou até mesmo nas baias.

Certifique-se de manter as baias bem arejadas, com janelas bem localizadas e abertas. O uso de umidificadores também podem resolver o problema e amenizar a temperatura do local.

Se possível, dê um descanso para seus cavalos no verão. Diminua o ritmo e procure realizar as tarefas em horários com a temperatura mais amena.

Com a redução das atividades, é preciso lembrar de alterar a quantidade de alimentos oferecidos para os animais. Se o cavalo comer demais, pode acabar desenvolvendo um sobrepeso, pois a energia adquirida nos nutrientes não será gasta adequadamente.

O banho também é um grande amigo dos cavalos no verão. A água fresca deve ajudar a diminuir a temperatura corporal do animal, principalmente após exercícios.

Atente-se aos cuidados com os cascos. As ferraduras são indispensáveis para que os cascos não queimem no chão quente.

No verão, é comum que as moscas e carrapatos se proliferem por causa do calor e umidade. Esses insetos podem até parecer pequenos e inofensivos, mas causam grande incômodo aos animais.


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Outras Notícias
federações FILIADAS

nossos PARCEIROS


mídias SOCIAIS




nosso ENDEREÇO

Circuito N-NE de Hipismo
Fone.:(81)3343-5970/(81)3343-4837 | hipismo@hipismonortenordeste.com.br

Av. Bernardo Vieira de Melo, 428 - Sala 204
Piedade - Jaboatão dos Guararapes - Recife-PE | CEP: 54.440-620