Inscrições

Olá, estamos reformulando o sistema de inscrições, que logo retornará para melhor atendê-lo, por hora as inscrições devem ser feitas pela própria federação organizadora.
Aniversariantes do mês

01/09
Ana Maria Sarmento - BA
10/09
Ana Karolina Gomes Cabral - PB
12/09
Daniel Nascimento de Melo - PB
15/09
Iris Rafaela - PE
19/09
- PB
22/09
Ana Beatriz Avelar - PE
24/09
Emanuela Canuto - PE
28/09
Marcelo Veiga - PE
 

Imagem 1
Imagem 2
Imagem 3
Imagem 4


Notícias

Adestramento é, entre todas, a modalidade mais clássica do Hipismo
19/09/2018 - Fonte: Cavalus

Os princípios básicos do Dressege são os pilares da Equitação Acadêmica, adotados por todas as demais disciplinas. Essencialmente técnica, busca o desenvolvimento do cavalo, através de uma educação harmoniosa de modo a torná-lo um ‘atleta feliz’.
Portanto, na própria conceituação pode-se depreender que a modalidade impõe uma cuidadosa ginástica progressiva e racional, associada a uma preparação mental do cavalo, de maneira que nas competições, o animal deve mostrar-se calmo, elástico, descontraído e flexível.
Durante toda a apresentação, deve passar ao espectador a imagem de um cavalo confiante, atento e impulsionado, demonstrando um perfeito entendimento com o seu cavaleiro. No Adestramento, o cavalo não é um instrumento ou objeto e, sim sujeito. É para ele que todas as atenções devem convergir.

As provas são disputadas nos diversos níveis de dificuldades e de categorias, grupadas em faixas etárias. Podem ser realizadas a céu aberto ou em pistas fechadas, em um cercado de 20x60m, piso de areia. Os competidores devem executar, de memória, movimentos perfeitamente definidos pelo Regulamento de Adestramento, numa sequência pré-estabelecida (reprise), nas três andaduras naturais: passo, trote e galope.
A alta qualidade da apresentação é constatada pela franqueza e regularidade das andaduras, pela leveza e facilidade dos movimentos. O cavalo dá a impressão de realizar os movimentos por sua própria vontade e responde de forma imediata e, até intuitiva, às solicitações do cavaleiro.
O grau de exatidão e correção na execução da prova é avaliado por três ou cinco juízes, distribuídos ao longo do cercado que delimita o picadeiro. Os árbitros julgam os movimentos dos concorrentes, atribuindo graus de 0 a 10, sendo vencedor, aquele que obtiver o maior percentual, resultante do somatório de todos os graus atribuídos pelos juízes.
História
O Adestramento remonta a mais longínqua antiguidade, dos mongóis aos árabes, passando pelos egípcios e persas. Com a queda do império grego, houve um grande declínio na arte de montar. Desse período, restou apenas o tratado escrito pelo Gen Xenofontes (430-354 a.C.), considerado a obra literária mais antiga sobre a equitação. Esse tratado teve uma imensa relevância na evolução histórica do Adestramento.
O século 18, quando os cavaleiros exibiam as suas habilidades digladiando-se com uma equitação voltada para a guerra, as artes e as ciências passaram por uma grande transformação, a Renascença Italiana. A arte equestre beneficiou-se, extremamente, com a criação de famosas academias e renomados mestres. Foi um marco na história da equitação, inaugurando-se assim uma nova era.

Coube à Federação Equestre Internacional, instituída em 1921, a missão de preservar a Arte Equestre, mantendo a pureza de seus princípios para transmiti-los intactos às futuras gerações. Embora o Adestramento tivesse participado pela primeira vez nas Olimpíadas de Estocolmo (1912), foi só em 1936, nos Jogos Olímpicos de Berlim, que foram estabelecidos os parâmetros de julgamento, confrontando equipes internacionais de estilo e tendências diferentes.
O Adestramento no Brasil recebeu um grande impulso com a vinda da Missão Militar Francesa, em 1922, contratada pelo governo brasileiro para transmitir conhecimentos nos diversos campos de atuação do Exército Brasileiro. Na área da equitação, a Missão tinha por objetivo estabelecer regras uniformes para a prática das atividades a cavalo.
Oficiais experientes, impregnados da tradição da cavalaria francesa, transmitiram-nos um legado de conhecimentos, fundamentados em experiências acumuladas ao longo de mais de dois milênios. Em 1924, formou-se a primeira turma de Instrutores do Núcleo de Adestramento de Equitação, atual Escola de Equitação do Exército. A partir de então, o esporte equestre, recebeu, em toda a sua plenitude, um grande estímulo e, em especial, o Adestramento, matéria base para as demais modalidades.

Com a criação da Confederação Brasileira de Hipismo em 1941, o esporte equestre passou a ser normatizado e organizado por aqui. As modalidades tiveram uma grande evolução, com a participação relevante e efetiva das Federações Estaduais, em eventos nacionais e internacionais, como os Jogos Equestres Mundiais e os Jogos Olímpicos.
As Categorias Mini-Mirim (8 a 12 anos), Mirim (12 a 14), Junior (14 a 18), Jovens Cavaleiros (16 a 21), Pôneis Mini- Mirim e Mirim e Cavalos Novos de 4, 5 e 6 anos são categorias exclusivas e concorrem em separado. Anualmente são programados e organizados os Campeonatos Brasileiros e a Taça Brasil, bem como o Campeonato Brasileiro de Ranking para todas as Séries e categorias.


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Cavalos são terapeutas nas cidades
03/09/2018 - Fonte: Gauchz

Contato com o animal ajuda a recuperar a saúde e estimula o desenvolvimento de adultos e crianças

“O cachorro é o melhor amigo do homem porque o cavalo não cabe dentro de casa”. A frase, em tom de brincadeira, mostra o quão afável e simpático este animal de grande porte pode ser. Essas características o colocam como protagonista de um tratamento terapêutico e educacional a partir de técnicas de equitação e de práticas equestres: a equoterapia. A partir de normas estabelecidas pela Associação Nacional de Equoterapaia (Ande), o método é reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito).

A interação entre cavalos e seres humanos é incrível. Esses animais criam vínculos muito próximos – explica Luiz Antonio Scotti, médico veterinário do Jockey Club do Rio Grande do Sul.

A facilidade de se inter-relacionar estimula a autoconfiança, a socialização e a concentração, ajudando a construir vínculos afetivos fundamentais para a cura.

– O terapeuta realmente é o cavalo. A criança chega e pergunta pelo Dourado, Tonhão, Secreto e Sucrilhos (todos jovens e da raça crioula), não pelos profissionais.

Quem faz a cura é o animal – relata a psicóloga Silvia Scheffer, proprietária da Cavalo Amigo, empresa que há 20 anos atua na área.

A especialista conta que, a partir do contato com o equino, crianças que não caminhavam ou não se comunicavam em razão de alguma síndrome, começam a ter melhoras motoras e de fala.

Mas não é qualquer animal que pode atuar na terapia. São necessárias características especiais para a efetividade do tratamento (veja quadro). Um dos requisitos desejáveis é a passada larga, chamada de transpista, onde o cavalo coloca a pata traseira à frente da marca da dianteira ao caminhar. Segundo Silvia, esse tipo de passo estimula os pacientes, pois o animal se mexe mais durante o deslocamento:

– O movimento tridimensional é que faz a cura na terapia.


Cuidados com os equinos:


– Ser assistido por médico veterinário para manutenção da sua saúde
– Trabalhar em cima do esforço positivo, de forma a estimular a interação entre o equino e o homem
– Manter o bem-estar do animal, com foco dividido entre a terapia e o conforto do animal, para que se sinta bem com os humanos que trabalham com ele
– Respeitar a carga máxima que o cavalo consegue suportar, que equivale a 20% de seu peso

Características do animal:


– Ter boa índole
– Ser curioso
– Gostar da aproximação e da companhia pessoas
– Não ser muito sensível ao barulho
– Ter altura entre 1,4 metro a 1,6 metro
– Ter aprumos corretos
– Manter passada larga
– Ser castrado para não ocorrer interferência hormonal


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Doda Miranda faz clínica de hipismo em Vitória de Santo Antão
29/08/2018 - Fonte: Portal JC

Atividade terá três momentos e acontece entre 29 de agosto e 1 de setembro
O medalhista olímpico Doda Miranda vai ministrar uma clínica de hipismo no Núcleo Hípico de Vitória, em Vitória de Santo Antão. Os amantes do hipismo no Estado terão três dias de vivência com o paulista, já que a atividade acontece entre 29 de agosto e 1 de setembro. As inscrições já estão abertas e inclui, além da participação no evento, também estabulagem e a camisa da clínica, que tem o apoio da Federação Equestre de Pernambuco.

O experiente cavaleiro foi membro da equipe brasileira de salto nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, e ganhou medalhas de bronze nos Jogos de Atlanta, em 96, e Sidney, em 2000, na disputa por equipes. Na clínica, Doda Miranda terá um contato mais próximo com os atletas pernambucanos para passar um pouco da sua experiência.

No dia 29 de agosto, Doda será entrevistado pelos participantes e fará uma análise da carreira hípica dos alunos. Já os dois dias seguintes serão reservados às aulas de hipismo. Por fim, em 1º de setembro, o encerramento será com uma prova e a entrega da certificação.


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Definidos os classificados para o Sul-Americano da Juventude
27/08/2018 - Fonte: Olimpíada Todo Dia

O Concurso de Salto Nacional Copa Chevaux, que aconteceu em Campinas, definiu os últimos classificados para o Sul-Americano da Juventude de Hipismo
Entre 16 e 19/8, a última seletiva rumo ao Sul-Americano da Juventude movimentou o Concurso de Salto Nacional Copa Chevaux no Haras Albar, em Campinas, no interior paulista. Esse ano, o Sul-americano da Juventude acontece em Las Condes, no Chile, entre 29/10 e 4/11. O Brasil deve ser representando com duas equipes (quatro titulares e um reserva) nas categorias Pré-Mirim (11 a 13 anos), a 1.10 metro, Mirim (12 a 14 anos), 1.20 metro, Pré-Junior (14 a 16 anos), 1.30 metro, e Junior (14 anos a 18 anos), 1.40 metro, e Young Riders (16 a 21 anos), a 1.45 metro.

Para os jovens talentos candidatos a uma vaga a participação no Campeonato Brasileiro Pré-mirim, Mirim, Pré-junior e Junior no Clube Hípico de Santo Amaro e Brasileiro de Young Riders na Sociedade Hípica Paranaense, ambos em julho, foi obrigatória. Em todas as categorias – exceto Young Riders – foram realizadas outras três seletivas. A última no Haras Albar seria antes dos Campeonatos Brasileiros, mas devido à greve dos caminhoneiros em maio acabou transferida. O campeão, vice-campeão e o 3º lugar do Campeonato Brasileiro Pré-mirim, Mirim, Pré-junior, Junior e Young Riders estão automaticamente convocados para o Sul-Americano, desde que tenham disputado duas outras seletivas. Já o campeão, vice-campeão e o 3º lugar da classificação final do ranking seletivo também estão convocados e as demais vagas serão preenchidas por indicação da comissão técnica formada por Caio Sérgio de Carvalho, coordenador das categorias de base, Pedro Paulo Lacerda, diretor de Salto da CBH, ao lado de André Giovanini, Artemus de Almeida, José Cabral Neto, Lucia Alegria Simões e Mariana Cassettari.

A exemplo das demais etapas seletivas antes do Brasileiro, no Haras Albar também foram definidos os campeões na classificação geral (soma do resultados das três provas). Na categoria Junior, o paulista Thales Gabriel de Lima Marino, que recém retornou às pista, garantiu o topo do pódio com Deauville totalizando 9 pontos perdidos.

Na categoria Pré-junior, o pernambucano João Pedro de Almeida Chaves com Cuantica Loar foi o campeão com três primeiros lugares.

Entre os Mirins, três conjuntos chegaram zerados após a terceira prova e após desempate o gaúcho Antonio Johannpeter Cirne Lima com SL Ordeiro sagrou-se campeão.

Na categoria Pré-mirim também teve desempate para definição do pódio com vitória para a amazona do interior paulista Camila Junqueira Ribeiro de Mendonça apresentando Premix Zafira Utopia.

O computo geral do processo seletivo será divulgado em breve pela Confederação Brasileira de Hipismo. A nata jovem do hipismo do brasileiro é recordista de medalhas em Campeonatos Sul-americanos.

Junior – 15 conjuntos

1º Thales Gabriel de Lima Marino / Deauville – FPH – 9 pontos perdidos (pp)
2º Laura Bosquirolli Tigre / Fleur de Vauxelles – FGEE – 11,24 pp
3º André Fonseca Moura / Blitz M – FHMG – 12,88 pp

Pré-junior – 17 conjuntos

1º João Pedro de Almeida Chaves / Cuantica Loar – FEP – 0 pp
2º Monique Hubner Busato / Berlin H – FPrH – 0.37 pp
3º Helena Malucelli Egoroff / Bo PME – FPH – 4,61 pp

Mirim – 26 conjuntos

1º Antonio Johannpeter Cirne Lima / SL Ordeiro – FGEE – 0 pp – 0/30s78
2º Lara Ozores de Souza / SL Ilustre – FAMH – 0 pp – 0/34s24
3º Luiz Eduardo Requião Strutz / Graf Lena RI – FPrH – 0 pp – 0/35s44

Pré-mirim – 11 conjuntos

1º Camila Junqueira Ribeiro de Mendonça / Premix Zafira Utopia – FPH – 0 pp – 0/32s90
2º Henrique Dias Renno Silva / Oracle Tok – FHMG – 0 pp – 0/34s01
3º Julia Lacombe Reche / Darla RCLI – FPH – 0 pp – 0/35s50


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Odontologia equina – Dentição dos cavalos
24/08/2018 - Fonte: Cavalus

Se bem cuidados, os dentes dos cavalos podem evitar diversas complicações médicas e comportamentais nos animais
A odontologia equina é uma área da Medicina Veterinária que traz diversos benefícios aos cavalos. Cuidar dos dentes desses animais está diretamente ligado à melhora do desempenho esportivo e influencia toda a fisiologia desses animais. Este serviço deve ser sempre prestado por um Médico veterinário, especialista no assunto.

Reunimos uma série de fatos fascinantes sobre os dentes do seu cavalo. Já que esta é uma das partes mais importantes do corpo, e é essencial que sejam bem cuidados ou poderão causar uma série de complicações médicas.

Vamos à boca dos cavalos:

Cavalos jovens possuem 24 dentes de leite, sendo 12 incisivos e 12 pré-molares. Os dentes de um potro começarão a erupção dentro de uma semana após o nascimento, e eles devem ter um conjunto completo de dentes até os seis meses. E são substituídos por volta dos cinco anos de idade dos animais.

Quando adultos, os cavalos machos têm entre 36 e 44 dentes permanentes, enquanto fêmeas adultas têm 36 a 40. Todos possuem seis incisivos superiores e seis inferiores localizados na frente da boca. Estes são usados para cortar grama e outras folhagens.

Eles também têm 12 molares superiores e 12 inferiores (também conhecidos como dentes da bochecha) na parte de trás da boca para moer a comida, facilitando a digestão.

Castrados e garanhões também possuem quatro dentes caninos (dois superiores e dois inferiores). Estes foram usados uma vez como dentes de combate para proteger o rebanho mas já não são realmente necessários. Já as éguas raramente têm caninos, mas isso ainda pode acontecer.

Alguns cavalos têm o que são conhecidos como dentes de lobo, um dente vestigial que pode ser considerado como um dente do siso. Eles são remanescentes de molares, mas podem se formar em vários formatos e tamanhos, geralmente se desenvolvendo no maxilar superior. Eles são comuns na maioria dos garanhões e em algumas éguas, e os veterinários geralmente recomendam removê-los em uma idade jovem para impedi-los de causar quaisquer problemas.

Cavalos moem sua comida, e isso desgasta seus molares. Por essa razão, seus dentes surgem continuamente de suas gengivas ao longo de sua vida. Ou seja, eles nunca param de crescer. E crescem cerca de 2,5 centímetros por ano.

Não se preocupe se os dentes do seu cavalo não são brancos perolados – eles devem ser de cor creme e podem ser mais escuros em certas áreas devido ao pigmento de plantas.

Os dentes de cavalos nem sempre se encontram em um nível plano. Seus dentes da bochecha se encontram em uma inclinação de 10 a 15 graus, o que ajuda na moagem de plantas e outros materiais.

Problemas dentários em equinos podem reduzir a capacidade do animal de triturar alimentos, o que pode levar à cólica e até engasgos. Além disso, a incapacidade de mastigar corretamente também pode limitar a quantidade de nutrientes que o cavalo está obtendo de seus alimentos. Isso pode levar a desnutrição e perda de peso.

O ditado ‘cavalo dado não se olha os dentes’ está errado e vem do fato de que os dentes e a boca de um cavalo são um dos principais indicadores de saúde e idade deles. Entretanto, se receber um cavalo como presente, seja grato e não verifique se está saudável ou velho.

Nivelar e remover bordas afiadas dos dentes de um cavalo é conhecido é um procedimento que deve ser feito anualmente. Uma curiosidade é que os dentes de um cavalo ocupam mais espaço na cabeça do que o cérebro.

Sinais de doença dentária em um cavalo incluem salivação excessiva, perda de peso, inclinação ou sacudimento da cabeça, boca com sangramento, mau odor da boca ou do nariz e sensibilidade da bochecha.

Os sinais também podem ser percebidos sobre a sela, já que quando montados, apresentarão sensibilidade aos freios e bridões, torção da cauda, recusa em obedecer a ordens, porte ruim da cabeça, etc.

Uma mudança evolutiva nos dentes dos cavalos foi provavelmente causada pela mudança climática e pelo efeito que isso teve em sua dieta, passando de comer frutas e a pastar na grama.


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Outras Notícias
federações FILIADAS

nossos PARCEIROS


mídias SOCIAIS




nosso ENDEREÇO

Circuito N-NE de Hipismo
Fone.:(81)3343-5970/(81)3343-4837 | hipismo@hipismonortenordeste.com.br

Av. Bernardo Vieira de Melo, 428 - Sala 204
Piedade - Jaboatão dos Guararapes - Recife-PE | CEP: 54.440-620