Inscrições

Olá, estamos reformulando o sistema de inscrições, que logo retornará para melhor atendê-lo, por hora as inscrições devem ser feitas pela própria federação organizadora.
Aniversariantes do mês

02/12
Jenniffer Figueiredo de Meira Lima - PB
06/12
Rosen Lima dos Santos - PB
11/12
- PB
12/12
- PB
17/12
Maria Tereza Sarmento - BA
21/12
- PB
29/12
Lucas Dantas Medeiros - PB
 

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O Circuito

Saiba mais sobre o Circuito N-NE de Hipismo
O Circuito Oficial, no formato, regulamentação e pontuação que existem hoje, é filho de um processo natural de evolução.

Antes existia um “circuito natural”, provas importantes, com calendário maios ou menos fixo em algumas capitais.

A iniciativa partiu dos estados de Alagoas e Sergipe, que criaram o ALAGIPE e a partir da idéia juntamos as provas que eram realizadas formalizando as provas existentes, sendo 03 em Pernambuco, a abertura e encerramento na Prova do Regimento Dias Cardoso, 02 na Bahia, no Equus Club do Cavalo e no Horto Equitação, 02 em Maceió, na Sociedade Hípica de Alagoas e outra no Centro Hípico de Riva Rose, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe realizavam etapas.
Pela proximidade e facilidade Maranhão e Pará estavam mais unidos e realizavam “etapas” entre si. Em 1993 uma das “etapas” em Belém, contou com a participação de competidores do Amazonas, que fizeram uma travessia de balsa durante 10 dias, os cavalos chegaram no dia da prova.

Maranhão realizou “etapas” a partir de 1992, já que o hipismo só chegou a esse estado em 1991 pelas mão da Policia Militar com a criação da escolinha de equitação.

Ceará participava ativamente de muitas provas nos diversos estados, mas a partir de 1995 começou a organizar “ etapas”, sendo o pontapé inicial dado pelo Exército Brasileiro, quando foi organizada uma etapa, no mês de agosto, no Colégio Militar de Fortaleza, data que se tornou tradicional e durante muitos anos, agosto era o mês do Ceara, mesmo quando já oficializado.

O esporte já era praticado no Rio Grande do Norte, com aulas e provas no Aeroclube, e participação de seus atletas nas “etapas”.

Centenas de cavaleiros participavam das etapas que aos poucos foram se tornando tradicionais em cada estado.
Para ordenar , estimular a realização e participação de todos os estados que tivessem interesse em realizar provas, um grupo de colaboradores resolveu organizar um calendário anual com todos os estados interessados. Como na sua maioria esses colaboradores eram profissionais ou pessoas muito influentes em suas regiões o movimento tomou forma rapidamente.

Para facilitar a organização foram definidas categorias, que mesclavam categorias oficiais e categorias que se adequavam a realidade do norte e nordeste.

Utilizando regulamentação oficial e de outros rankings pelo Brasil, foi criado o primeiro regulamento do Circuito Norte e Nordeste. Não é fácil imaginar as dificuldades para que isso fosse realizado, pois o equipamento mais moderno que existia para comunicação era o Fax para ser enviado o regulamento para consulta e sugestões. Organizar tudo isso foi uma guerra.
Para julgar e desenhar as etapas do circuito eram convidados, como hoje, juízes e desenhadores nacionais que ficavam muito animados com o grande movimento esportivo que existia, a margem da CBH, já que ela não tinha NENHUMA , participação nessas competições. Os regulamentos eram seguidos a risca e só.

Interessada nesse movimento já que um dos principais incentivadores do circuito era um nordestino, vice-presidente da CBH, a confederação começou uma aproximação até que o circuito fosse transformado num circuito oficial no formato que existe hoje.

A partir daí o circuito foi oficializado e submetido às regras da Confederação e das Federações que foram reorganizadas, organizadas ou criadas para poderem participar das etapas do Circuito Norte e Nordeste Oficial.
Um marco na história do Circuito foi à participação do Presidente Marcos Lima, que deu o formato de CSN a todas as provas, colocando-as no calendário da CBH, adquirindo placar eletrônico, ganchos de segurança e patrocínios para as etapas.
É importante citar o grande parceiro do circuito ao longo de todos os anos o GRUPO GERDAU, sempre patrocinando e ajudando no fomento do esporte.

Ao longo dos seus 15 anos o circuito ajudou a formar excelentes cavaleiros e amazonas, vencedores de Ranking Nacional da CBH, além de cavaleiros campeões brasileiros nas suas diversas categorias e destaque no cenário nacional e internacional.



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